01 outubro 2009
at the cut, vic chesnutt
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joséreisnunes
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10 setembro 2009
dona ligeirinha ep, diabo na cruz
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tag crítica, diabo na cruz, flor caveira
07 outubro 2007
white chalk, pj harvey
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08 setembro 2007
liars, liars
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tag crítica
05 setembro 2007
the stage names, okkervil river
dentro daquelas bandas de fazer cortar os pulsos, são os que conseguem imprimir uma toada mais positivista à música que fazem. dotados de um vocalista fantástico (que está a fazer folk-rock como poderia estar a cantar numa discoteca em ibiza), os okkervil river são qualquer coisa entre o extremismo folk dos bright eyes e o indie fortíssimo dos neutral milk hotel.
imaginem os wolf parade sem guitarras eléctricas. ou os hudson wayne bem dispostos.
são, mais ou menos, os okkervil river.
depois de black sheep boy, datado de 2005, the stage names é a rentrée perfeita. longe de alguns clichés que foram assumidos por bandas semelhantes, os okkervil river estão muito mais perto dos belle and sebastian do que dos american music club, como seria de prever pelo percurso que têem seguido, desde stars too small to use.
não esperem grandes veleidades, nem tão pouco uma amostra do que gente mais informada como os liars ou panda bear já fizeram este ano. são canções, belíssimas canções, muito bem arranjadinhas e dentro de um formato que, assumo, me agrada. desde que os radiohead gravaram ok computer que não resisto a um xilofone misturado com guitarras, e os okkervil river sabem fazê.lo com muita graça.
uma boa aposta.
8.2/10
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joséreisnunes
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7:23 da tarde
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04 setembro 2007
our love to admire, interpol
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joséreisnunes
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tag crítica
31 maio 2007
an end has a start, editors
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29 maio 2007
new moon, elliott smith
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28 maio 2007
boxer, the national
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22 abril 2007
person pitch, panda bear
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21 abril 2007
armchair apocrypha, andrew bird
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13 abril 2007
gulag orkestar, beirut
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11 abril 2007
o compreendido, os bastardos e o rancor
passou uma semana desde que bonnie 'prince' billy visitou lisboa. lamento que a crónica só seja lançada hoje mas entretanto meteu.se a páscoa. a falta de críticas nos blogs do costume também ajudaram a adiar a decisão de lançar, ou não, a minha ideia.
confesso que saí do maxime na passada quinta-feira irritadíssimo.
porque isto tem de ser assim: há pessoas que ou deviam ser proibidas de entrar nos concertos ou devia ser dada uma autorização especial por parte do ministério da defesa para o seu abate compulsivo. o maxime é, de longe, a pior sala para um espectáculo deste tipo em que eu já estive em lisboa. até na zdb - se não compreendem a comparação experimentem ir em dia de chuva - se ouve e vê melhor um concerto com algum intimismo como foi o de bonnie 'prince' billy.
para além das qualidades deploráveis guardadas para quem não vai uma hora e meia antes para um concerto, ou para quem não tem uma mesinha à espera, há que gramar com a corja que ou não comprou bilhete ou é demasiado estúpida para perceber que gastou dinheiro em vão. isto porque quem ficou de pé teve de gramar com uma dúzia de otários junto ao bar que não se calaram durante um minuto, mesmo depois de algumas ameaças verbais mais subtis. o constante barulho dos empregados a tirar imperiais ou a polir copos também foi exemplificativo do que resulta querer misturar alhos com bugalhos.
para ajudar a esta festa, aquela primeira parte do espectáculo - faun fables - foi de fugir. não se podia esperar muito de um gaijo igual ao guitarrista dos korn a tocar batuques e flauta e de uma miúda igual àquela que passa a vida no chiado com um cão a pedir dinheiro em honra da sua escolha de vida anarco-dependente. e a rapariga teve mesmo direito a dose dupla, acompanhando o músico norte-americano em todas as músicas do mais recente long play. se em disco essa presença já era, algumas vezes, exasperante (salva.se a produção que disfarça uma vozinha desengonhada), ao vivo é, simplesmente, odioso.
mas bonnie 'prince' billy é a maior referência da música folk norte-americana do momento, e, por isso e porque teve, de facto, momentos de uma genialidade inalcançável por todos os outros músicos que se dizem semelhantes, este foi um grande espectáculo.
já se sabe do que a casa gasta não é?
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04 abril 2007
the magic position, patrick wolf
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01 abril 2007
a weekend in the city, bloc party
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31 março 2007
jarvis, jarvis cocker
a cara metade que ele sempre parece ter procurado, ou que sempre parece nunca ter querido encontrar, ainda hoje estamos para perceber. a cara de jarvis cocker sempre foi a de um aparat chic ou shock, conforme os casos e o lado para onde acordava.
apesar de ser detestável a forma como se exibia, há duas coisas pelas quais nunca mais será esquecido: a primeira por ter invadido o palco em plenos britt awards quando o michael jackson estava a cantar, e a segunda por ter feito, juntamente com os outros pulp, um dos discos mais brilhantes dos anos 90, aliás, um dos melhores discos para dançar desde que surgiram os new order.
e afinal girava sempre tudo em torno da pop.
é bom ver os pulp regressar. desculpem, jarvis cocker regressar. estes são os pulp mais pop de sempre. ou melhor, o jarvis cocker menos cocky de sempre. jarvis é o alter ego de jarvis cocker, ou seja, este disco é a face mais escondida do cantor, e, por sinal, a melhor. se bem que a postura perdida dos idos anos 90 nos tenha deixado com água na boca (ouvir disco2000 é uma experiência que definitivamente não cansa), a pop há muito tempo que não tinha uma arrumação tão limpinha e uma cor tão branquinha (quase de certeza culpa do sol londrino).
isto tudo para dizer que jarvis foi um dos melhores álbuns de 2006. foi também um dos menos badalados, o que não faz justiça à sua surpreendente capacidade de estimular o ouvinte mais saudosista por um sempre bom punhado de verdadeiras canções.
e como o povo é sereno, às vezes não apetece martelar os ouvidos com a estranheza que nos é tantas vezes familiar.
mas não, não é só fumaça. os pulp estão aí para durar.
desculpem, o jarvis está aí para durar.
7.9/10
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joséreisnunes
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