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12 agosto 2009

giros

acho que é positivo para a república que, a partir de um texto assinado por joão bonifácio, se tenha feito uma tempestade em copo de água. não tanto pelo teor dos comentários - uma boa parte deles são completamente idiotas - nem tão pouco pela questão que se eternizou na crítica da crítica de música.

[volto a repetir que não me compete, enquanto leitor, assumir que a crítica deve transparecer a minha opinião. o crítico tem direito à crítica e é necessário que os leitores estejam dispostos a separar a opinião do reconhecimento da competência crítica.]

mas continuo a achar que é positivo que estas discussões saiam dos blogs e entrem nos meios tradicionais. parece.me que dessa forma se conquistará a atenção de algumas cabeças pensantes.
e numa semana em que a monarquia foi reposta durante algumas horas algures numa praça lisboeta, a república, por intermédio de uma das suas criações, pela voz do povo, sai vitoriosa.

06 julho 2009

cruzada

passou.me há pouco pelas mãos a última edição do ipsilon.
por norma não leio críticas a álbuns antes de os ouvir. no entanto, e apenas desta vez, centrei.me numa que vem assinada por joão bonifácio.
e o fim da leitura trouxe.me uma certeza irrevogável: o novo álbum de joão coração perdeu um potencial ouvinte. nada contra o músico ou contra a música. mas o pedantismo de uma crónica que precisa de se repetir duas vezes para encher a página de um jornal tirou.me a vontade de ouvir o disco.
é a sério, isto.
passei, portanto, a figurar na categoria c da classificação das espécies segundo joão bonifácio: parte daquela elite de intelectuais sempre pronta a fazer um sorriso complacente com tudo o que não compreende, de modo a não se comprometer com nada.
que tristeza de jornalismo.

20 junho 2009

crítica da crítica

parece que a poeira já assentou sobre a polémica que marcou os últimos dias da ribeira das naus. uma vez que tive prestação discreta - o assunto não me dizia propriamente respeito - deixo agora algumas considerações.
a crítica de música indie portuguesa é fraca.
os protagonistas - jornalistas ou não - estão grande parte das vezes mal preparados para a fazer e sofrem de um mal comum ao jornalismo português: falta de ideias. ao contrário do que os críticos pensam, a crítica é criticável. os fundamentos da crítica são criticáveis. o estilo e a forma são criticáveis. caramba, até o gosto é criticável. isto para dizer que a falácia da liberdade, evocada muitas vezes nestas discussões, devia ter os dias contados. a liberdade crítica só faz sentido quando relacionada com o conceito de responsabilidade. porque se eu for um crítico, e relembro o que alguém disse numa das intervenções - sendo que escreve num jornal, quem o lê é potencialmente toda a gente - e quiser fazer uma crítica ao novo álbum dos sonic youth, terei a liberdade para o fazer em torno de cãezinhos de porcelana, não dizendo uma única palavra sobre o disco em si?
é claro que não.
a crítica não é um exercício de onanismo. palavras chave a reter: honestidade intelectual.
mas centremo.nos no caso em questão. não se esteve a discutir conteúdo crítico. porque esse é, de facto, o tema mais difícil de rebater. discutiu.se, sobretudo, a forma da crítica. a mim pouco me importa o que o joão lisboa pensa dos discos que ouve. apesar de gostar do estilo da prosa - mas não do da resposta directa que se assemelha a qualquer coisa saída de um maus manual persecutório - não lhe dou grande crédito enquanto opinion maker. para dizer que não será por ele que comprarei qualquer álbum. mas desagrada.me ver um crítico que se dá ao trabalho de responder a quem o critica apenas para dizer que o brinquedo é dele e de mais ninguém. mais lhe valia continuar a caminhada solitária que parece querer perpetuar sem escrever uma palavra. nunca ninguém lhe pediu que mudasse de opinião - eu bem sei como isso seria complicado. apenas foi dito que a forma da crítica, a ausência de informação útil ou de considerações próprias, é uma via que desagrada a quem o lê. e que a suspeição de uma intriga não é crítica, é telenovela.
duvido que alguém tenha aprendido alguma coisa com isto. de um lado estiveram pessoas que não ganham nada em dar opiniões, que não têm tempo de exposição pública e que tomaram de assalto o espaço dos blogs para democratizar a crítica. e que o fazem sobretudo porque gostam. do outro lado esteve um crítico cujo nome aparece semanalmente nos jornais, que não quis perceber o que lhe estavam a querer dizer e que continuará a desenvolver os seus textos - agora bem que o posso dizer sem receios - insipientes. entre estes dois pólos os yes men que a tudo acenam com a cabeça.
quero que reparem numa coisa: os críticos de música portugueses não são a minha referência para me actualizar. o trabalho que fazem está demasiado próximo conceptualmente do de uma agência noticiosa. as minhas referências são as pessoas que estão aí nessa lista ao lado.
por isso tanto se me dá se o joão lisboa, ou outro crítico qualquer, não quiser reflectir sobre a crítica à crítica. o país caíu há muito num princípio de peter generalizado.
a solução é lerem blogs.

16 junho 2009

insipiente, insipiente, insipiente

espero que o joão lisboa aprenda a palavra.

24 fevereiro 2009

como?

o alinhamento mostra-nos uma mão cheia de canções de apelo pop bem nascidas, entre as quais o single i'm throwing my arms around paris ou that's how people grow up (já revelada, como all you need is me, no recente best of)


n.galopim, no sound+vision


ou eu li mal o post, ou li mal o alinhamento do álbum que comprei. é que a faixa 5 chama.se all you need is me. e a faixa 7 that's how people grow up.
será que ele ouviu mesmo os discos? 

09 fevereiro 2009

auto-avaliação

se tiverem tempo, podem ver aqui que a crónica deste vosso amigo sobre o concerto dos mogwai está referenciada no bright light, uma fanzone britânica da banda já com alguns anitos. também lá estão os escritos do filipe

e parece que também andou a girar ali no fórum da last.fm.

06 janeiro 2009

honestidade

ontem, ao percorrer as notícias do ipsilon, deparei.me com uma resenha sobre o novo álbum dos animal collective que continha alguns erros: avey tare era apresentado como avey rare, o último álbum de panda bear era denominado personal pitch, e aparecia uma referência ao álbum dos yeasayer como sendo datado de 2007. deixei um comentário ao autor - vitor belanciano - em que o alertava para a incorrecção da prosa. no dia de hoje, como poderão facilmente verificar, os dois erros principais foram corrigidos. 

mas o meu comentário eclipsou.se.

04 dezembro 2008

os the walkmen eternamente revisitados

enquanto espero e desespero que os tipos da caldo verde me enviem o novo álbum de mark kozelek, que só vai sair na próxima segunda feira mas que já promete, entretenho.me com a imprensa nacional.
falei aqui há dois dias sobre esta crónica de nuno galopim àcerca do mais recente álbum da banda norte.americana the walkmen. hoje, para animar ainda mais este dia cinzento, deparo.me com esta prosa. nem vou perder tempo a escrever ao autor, conforme tinha já planeado, mas parece que estamos perante um caso óbvio de revisitação de conteúdos. ele é o boxer, dos the national, os velvet underground, a referência aos editors e aos interpol (esta é a tirada mais ingénua, de tão óbvia) ou a ideia subjacente do "pilar da tribo indie" ou do "cânone da cultura indie", conforme se estejam a referir às palavras de davide pinheiro ou de nuno galopim.
será, porventura, um cliché tão grande como o país. mas é o jornalismo que temos.

02 dezembro 2008

um dia ainda te vou apanhar a dizer o contrário

o crítico de música nuno galopim descobriu os the walkmen.
cá para mim, e tendo em conta a descoberta tardia de you&me, deve ter olhado para o cartaz desse festival que vai animar a baixa lisboeta durante esta semana e resolveu ir investigar (festival ao qual não irei por causa da política de venda de bilhetes, que me faria pagar 40€ por um concerto, uma vez que, para além dos norte-americanos, só mesmo de assinalar - à mesma hora - a presença dos belgas zita swoon).
o verdadeiro problema, contudo, é que o jornalista assina uma prosa sobre cânones e mais não sei o quê e, a certa altura, desanca nos interpol. ora eu que já me habituei a ler destas opiniões tenho a certeza que, num futuro próximo, vamos ouvir dizer muito bem dos rapazes através do que sai daquelas mãos sempre sábias.

[e continuo à espera, quatro anos e alguma tinta depois, que o senhor descubra uma destas provocações e me responda à letra. já fui inclusive aconselhado por outros colegas do blogging a desistir e a recentrar a minha raiva no joão moço, mas ele nunca me deu motivos para tal...por falar no joão, e sabendo que ele daqui a uns dias vai ler isto, o ryan adams dedicou.te uma música - a de bónus - no cardinology. se ainda não ouviste, aconselho vivamente.]

acreditem em mim.
eu acreditaria em mim (manuel dias loureiro).

02 agosto 2008

flor caveira

muita atenção para a divulgação que o caríssimo almirante faz, através do amor fúria, do trabalho desenvolvido pela flor caveira - e que começa, aos poucos, a ter os seus lucros à medida que a carreira dos seus artistas ganha reconhecimento.
a par com o filho único, ainda que com objectivos diferentes, representam o melhor que se tem feito no país ao nível da promoção de artistas e espetáculos do círculo externo ao mainstream. e se o filho único tem apostado sobretudo em artistas estrangeiros - e que grandes concertos já proporcionaram em pouco tempo de vida - a flor caveira dedica.se à colheita made in portugal.

06 fevereiro 2008

uma questão de nervos

todos os dias leio as novidades da pitchforkmedia. é o melhor site sobre música e consegue apresentar na hora uma série de notícias e de críticas a álbuns. no entanto, o recente fascínio que bandazecas sexy e artistas de pseudo hip hop têem despertado no mundo da música já lá chegou, o que faz com que metade dos álbuns revistos anualmente não tenham interesse nenhum. esta estratégia só se percebe pela necessidade de aumentar o tamanho do público, já que todos sabemos que a competição se alastrou na internet e os sites se vêem cada vez mais com dificuldade de sobrevivência.
para além desta rendição, a pitchfork tem um ódio de morte aos the mars volta. é uma coisa que não se consegue explicar, mas disco após disco os rapazes de austin levam com notas miseráveis nos álbuns. frances, the mute, um dos melhores dos últimos 8 anos, por exemplo, levou com 2.0/10. hoje saiu a crítica a the bedlam in goliath, e, mais uma vez, não surpreendeu: 4.3/10. as críticas a estes álbuns vêem sempre envoltas em questões conceptuais muito profundas, com discursos muitas vezes incompreensíveis e referências estéticas que não são colocadas a quase ninguém.
o que eu quero com isto dizer é que a pitchfork está a dar notas elevadíssimas a gangsters que aparecem na (m)tv rodeados de lamborghinis a falar do que fizeram na festa do dia anterior, e depois, quando se trata dos mars volta, falam de incoerências de discurso e de como não se percebe a realização de um álbum em torno de um conceito mais ou menos claro de um ouija board israelita.
eu não sou advogado dos the mars volta. mas que eles sabem mais do que os tipos das capas ensebadas em maquilhagem para fazer ver o trabalho de uma vida passada no ginásio, disso não tenho muitas dúvidas.
no entanto, continuem a classificá.los abaixo de cão.
é um hábito que não devem perder.

30 janeiro 2008

cassetes won't listen

o gorilla versus bear (link aí ao lado) é a bíblia dos blogs de música indie. no entanto raramente sigo os conselhos deles porque dá muito trabalho andar a ouvir tudo o que eles sugerem. mas hoje segui para o myspace dos cassete won't listen, e aquilo tem muita piada. é uma banda assim tipo postal service meets wolf parade. o novo EP, small-time machine, sai já em março. e promete uma série de boas canções.

08 dezembro 2007

os melhores momentos de 2007, ecos lá de fora, ou então um título que serve apenas para ter mais visitantes

à medida que vão saindo as listas de 2007 percebemos imediatamente que as grandes publicações já não arriscam nada.
a stylus, antes do seu encerramento, deixou uma lista em que figurava como primeira opção o álbum dos lcd soundsystem, sound of silver. uma aposta claramente de rebanho. sound of silver é um álbum interessante mas nada mais do que isso. tem meia dúzia de boas músicas e muitos longos minutos de completa asbtracção, em que os sons não têem muito de sinceros.
o mesmo sucedeu com a uncut, que volta a desiludir com a mesma opinião.
a Q escolheu o álbum dos arcade fire - neon bible - como o mais representativo do ano que agora acaba. é uma boa escolha mas peca por ser algo óbvio no contexto da cena independente. é um bom álbum mas não é, de facto, o melhor.
a mojo, por exemplo, elegeu in rainbows, o mais recente dos radiohead. outro dos melhores do ano, mas mais uma escolha algo conservadora.
é que não choca ninguém escolher os radiohead ou os arcade fire. esse processo - a identificação de um novo grande valor da música rock com a consequente exposição mediática associada - já foi feito para estas 2 bandas.
resta por isso saber qual a escolha da pitchfork.
costuma ser sempre a mais afirmativa, e desde que não incida sobre strawberry jam, poderão marcar o início de 2008 com uma grande surpresa para muitos melómanos. a aposta da pitchfork poderá ser, como manda a tradição, uma salutar percepção do caminho que andamos a seguir. mesmo que o álbum não seja o melhor, a pitchfork costuma arriscar.
mas isto é apenas uma especulação minha.

04 dezembro 2007

não oh não

o a new order não se deixa comer pelo burial nem pelos battles, pelos lcd soundsystem ou pelos map of africa. também não somos enganados pelos buraka, pelo amon tobin ou por outros devaneios parecidos publicados em blogs e revistas da especialidade.
aqui não andamos à procura de diversão pura formato pseudo-post-new-age.
queremos é lágrimas e suor a escorrer pelas cordas da guitarra.

18 outubro 2007

o justin, o dos nerd e o que vai todas

o bar da minha faculdade agora tem 2 plasmas que estão sempre ligados na vh1. hoje à tarde, logo a seguir ao boss ter aparecido em grande estilo de manga cava num estádio sobrelotado, apareceu o justin timberlake.
o tipo veste.se bem para o videoclips. parece que agora está na moda fazer os videoclips de fato e gravata. até o 50 cent já se produz todo, esquecendo de vez a roupa da g unit que vende aos putos dos subúrbios.
eu nem desgosto do justin. fiz o download do último álbum e as primeiras 6 músicas são muito boas, em especial uma que se chama my love. mas também aquela da scarlett johanson. só não sei se gosto da música porque ela aparece no videoclip ou porque aquilo tem mesmo piada. de qualquer maneira têem um bom feeling.
o resto do álbum é uma bela porcaria mas também não se lhe pode pedir muito... o tipo saiu de uma boys band.

21 setembro 2007

os pés quadrados

não resisto a deixar o link para uma peça incrivelmente bem escrita pelo jornalista fernando alves na edição de hoje do dn, em que gattuso e dostoievsky coabitam debaixo do mesmo tecto.

para ver em http://dn.sapo.pt/2007/09/21/dnsport/os_quadrados.html

14 setembro 2007

stumm 287

os otários do disco digital acabaram de descobrir que o último álbum dos liars - auto-intitulado de liars - se chama stumm 287.
tudo porque um dos códigos do álbum (provavelmente o da distribuidora nacional ou europeia ou o raio que o parta) é esse.
meus amigos o álbum chama.se liars. e se não acreditam consultem a pitchfork, o allmusic, a stylus ou qualquer blog.
ele há coisas...

25 maio 2007

falava de hëgel e de estética

parece que hoje em dia qualquer pessoa que se preze que queira falar sobre música tem de piscar o olho à pop que, há dois anos atrás, denominaríamos de teen, bem como ao hip hop sem hop. hoje em dia para se falar de música tem de se gostar de beyoncé, de rihana, de ciara, de kanye west e de timbaland. e não se pode gostar de folk, caso contrário não se é hip o suficiente. eu, que não vejo grandes diferenças entre a beyoncé e a britney, a não ser o facto de que a primeira está em melhor forma, sinto.me ultrapassado. o facto de não conseguir papar até ao fim uma música da rihana (aquela lamechice toda nem sequer me dá para a nostalgia, quanto mais para acreditar nela), começo.me a perguntar se foram as prioridades que mudaram ou se, de facto, o rock foi declarado culpado e assassinado.
para mim essa música sexy não diz nada. continuo a preferir as músicas que não colam ao ouvido.
porque depois dos beastie boys não há hip hop. e depois do michael jackson a pop morreu.

03 maio 2007

o roto e o nu

já devem ter reparado que eu tenho uma predilecção em atacar a imprensa portuguesa. isto porque acredito que os nossos jornalistas são, regra geral, uns incompetentes, miúdos sem grande inteligência nem capacidade de observação atirados para os cenários que não compreendem. isto para não falar da manipulação informativa das direcções ou mesmo da subjugação de orgãos dos media a grupos de capital, digamos, volátil e a personagens da vida política.
mas o que eu gosto mesmo é de ouvir as parvoíces do jornalistazeco.

1. um homem estava barricado na garagem. a polícia de intervenção, como é do seu domínio, intervém. ouvem.se disparos e o homem sai para ser conduzido a uma ambulância. a jornalista, confiante naquilo que ouviu dizer, dispara que o homem foi atingido, saiu de maca, com a cara virada para baixo, e se encontra em estado crítico. a ambulância não sai do seu lugar, mas a jornalista não acha estranho. cinco minutos mais tarde o capitão da gnr informa que o homem levou com a porta na cara quando a polícia entrou e que estava a fazer gelo no interior da ambulância. os disparos eram pólvora seca, para o assustar.

2. o jornal relata o encontro de ontem entre o milan e o manchester. os italianos venceram por 3-0, qualificando-se para a final da liga dos campeões. será a 11ª final disputada pela equipa, com 6 vitórias já garantidas, o que a torna na segunda equipa com mais taças ganhas. do outro lado estará o liverpool, que já conquistou o troféu por 5 vezes. o milan eliminou o manchester united (2 vitórias) ao passo que o liverpool derrotou o chelsea (nada a registar na europa). o jornal diz que perderam os dois favoritos.

28 abril 2007

pobreza intelectual

há uns tempos, depois de ver o que o amigo jacaré aprendeu com o statcounter, resolvi abrir uma conta para o a new order. depois de umas semanas a analisar diariamente as estatísticas, e logo depois de perceber que existem já muitos blogs nacionais com ligação directa para esta casa - aos quais agradeço sinceramente - deparei.me com alguém que chegou a este espaço através de uma consulta google cujo tema era o do título.
é, no mínimo, esclarecedor.
bom fim de semana.