cresce a expectativa em relação ao concerto dos interpol da próxima quinta feira. o single de apresentação do novo álbum - o melhor do ano de certeza - traz.nos um vídeo que só confirma o que eu ando a dizer desde turn on the bright lights: os interpol estão a anos luz de toda a concorrência.
03 julho 2007
30 junho 2007
houvesse mais zés
ao escrever neste meu espaço que o zé faz falta, nunca imaginei que o resultado pudesse ser o aumento do número de visitantes. de facto, através do statcounter, verifiquei que a procura directa no google do tema encaminhava para o a new order, pelo que o número de visitantes tem vindo a aumentar. é claro que depois ficam aqui 5 segundos a procurar o cartaz e não o encontram, mas, pelo menos, contam para a estatística.
e eu adoro estatísticas.
é por isso que lanço o tema para mais uma escalada de visitantes.
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joséreisnunes
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tag voz do povo
7 maravilhas da blogosfera
planeta pop
ladies love cool r
apARTES
juramento sem bandeira
o blog do jacaré
sound+vision
o meu querido ipod nano
ps: a votação diz respeito à que está a ser levada a cabo pelo blog o sentido das coisas, e serviu de pretexto para uma limpeza da secção amigos, conhecidos e nem por isso
ps1: todos os links para os blogs referidos estão aí ao lado
ps2: ainda não vi nenhum voto no a new order. mau sinal.
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joséreisnunes
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tag blogs
28 junho 2007
sugestões antecipadas de fim de semana
art brut, it's a bit complicated (2007)
ryan adams, easy tiger (2007)
shout out louds, our ill wills (2007)
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joséreisnunes
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tag álbuns
26 junho 2007
19 junho 2007
colossos
à espera dos novos álbuns de ryan adams e dos interpol, que prometem aquecer a silly season, deitei.me aos colossos que recentemente avançaram com novos álbuns. de sound of silver, dos lcd soundsystem (sim, só agora é que o ouvi) pouco mais se aproveita do que 3 excelentes faixas: someone great, all my friends e new york i love you but you're bringing me down (de longe a melhor coisinha deste álbum). o resto é perfeitamente banal.
icky thump, dos white stripes, tem um bom feeling. falta.me ainda o tempo para opinar melhor. mas a coisa promete.
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joséreisnunes
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tag álbuns
carta aberta ao comendador berardo
caro comendador berardo, amigo joe
não tenho qualquer complexo com as opas. para mim, que não invisto na bolsa, tanto se me dá como se me deu. também não me chateia que o caríssimo tenha tanto dinheiro. hei.de lá chegar, apesar de não compreender como é que uma pessoa com o seu carisma discursivo faz tanto papel. e gosto sempre de o ouvir falar de benfiquismo. é bonito que os sócios e simpatizantes do glorioso se mobilizem, mesmo que no fundo do túnel a luz seja a dos euros.
o senhor comendador (andei à procura no dicionário desta palavra mas não a consegui descortinar) falou inclusive em investir 50 milhões de euros na equipa, que a direcção só tinha de falar consigo. era de homem, sim senhora!
agora, senhor comendador, benfiquista joe, não se mete com o rui costa. há coisas que são intocáveis. como deus para os crentes e o pinto da costa para os morcões. o rui costa jogará no benfica enquanto quiser. e as suas palavras foram um passo em falso.
se quer cair nas boas graças dos adeptos tem de dizer exactamente o contrário daquilo que pensa. não deverá ser assim tão difícil. basta prometer que o rui será tratado como o rei que é, e os adeptos entregam.lhe os votos de que precisa de mão beijada. tem de compreender, já que afirmou que de bola não percebe nada, que o rui costa é aquilo que em futebol se chama um símbolo. gostava que o alberto joão conduzisse a sua madeira de forma democrática? não lhe cabe na cabeça pois não? seria o fim de um símbolo.
por isso, amigo joe, gaste dinheiro no benfica. invista, como disse, de forma voluntariosa. faça os adeptos vibrarem com contratações milionárias. mas deixe o lugar do rui em paz. é que muito dificilmente veremos os miúdos a jogar pelas ruas com berardo nas costas berrantes. mas com o número 10, esse, nem daqui a 20 anos as arrumam na gaveta.
saudações benfiquistas.
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joséreisnunes
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tag benfica
09 junho 2007
marasmo
isto serve só para aumentar o número de posts. e para aumentar o número de visitantes.
é que não se tem passado mesmo nada.
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tag actualidade
05 junho 2007
recordar é viver
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tag recordar é viver
01 junho 2007
andrew bird @ são jorge
o rapaz é capaz de estar a cantar e tocar violino ao mesmo tempo que manipula os pedais todos da guitarra, com ela às costas, mete uns assobios pelo meio e com a mão que fica livre (talvez um dia com a boca) toca ferrinhos.
andrew bird é, de facto, um músico completo. o concerto de ontem à noite foi bastante revigorante: o trio de músicos reinventou q.b. praticamente todas as músicas seleccionadas, e, surpresa, aquilo ao vivo funcionou mesmo bem. o facto de não me terem sujeitado a estar de pé foi também fantástico. mais para mais quando o lugar era bastante bom. é assim que eu gosto que as coisas funcionem.
um muito bom concerto, algo inesperado pelo aparato tecnológico mas bastante bem conseguido. e enquanto bird se socorria do que ia gravando como fundo para um excelente solo bluesy de violino, sozinho num palco imenso, só me lembrava: rihana, faz lá isto.
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tag concertos
31 maio 2007
an end has a start, editors
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30 maio 2007
o zé faz falta
hoje, ao mesmo tempo em que o tello fugia para a turquia, vi finalmente o cartaz que se diz já ser o melhor da década.
o zé faz falta, dizem eles.
eu, como espécimen exemplificativo dos zés de portugal, orgulho.me de ser convocado desta maneira.
zés de todo o mundo, uni.vos. precisam de nós.
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tag voz do povo
29 maio 2007
new moon, elliott smith
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28 maio 2007
boxer, the national
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25 maio 2007
falava de hëgel e de estética
parece que hoje em dia qualquer pessoa que se preze que queira falar sobre música tem de piscar o olho à pop que, há dois anos atrás, denominaríamos de teen, bem como ao hip hop sem hop. hoje em dia para se falar de música tem de se gostar de beyoncé, de rihana, de ciara, de kanye west e de timbaland. e não se pode gostar de folk, caso contrário não se é hip o suficiente. eu, que não vejo grandes diferenças entre a beyoncé e a britney, a não ser o facto de que a primeira está em melhor forma, sinto.me ultrapassado. o facto de não conseguir papar até ao fim uma música da rihana (aquela lamechice toda nem sequer me dá para a nostalgia, quanto mais para acreditar nela), começo.me a perguntar se foram as prioridades que mudaram ou se, de facto, o rock foi declarado culpado e assassinado.
para mim essa música sexy não diz nada. continuo a preferir as músicas que não colam ao ouvido.
porque depois dos beastie boys não há hip hop. e depois do michael jackson a pop morreu.
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tag imprensa
conselhos matrimoniais de fim de semana
editors, an end has a start [2007]
bill callahan, woke on a whaleheart [2007]
the national, boxer [2007]
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tag álbuns
23 maio 2007
14 maio 2007
rules and regulations
de volta às crónicas, o mês de maio trouxe boas surpresas para o a new order. depois do épico regresso de rufus wainwright, naquele que é, muito provavelmente, o seu melhor apontamento desde o disco de estreia, os wilco também nos bombardearam com o muito interessante sky blue sky.
já release the stars é a nova longa-metragem cantada de rufus wainwright. e se os últimos dois álbuns do compositor não saíam da cepa torta, o mais recente long play é, até ver, uma bela e refrescante surpresa. os truques são os do costume mas o jeito de cantorzeco de cabaret meio engalfinhado na ideia de poder fazer pop barroca parece já ter adormecido. de qualquer forma, para encenar a pop existe antony e wainwright, felizmente, percebeu que não cabem dois galos naquele poleiro.
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tag álbuns
11 maio 2007
the dull flame of desire
elliott smith, new moon [2007]
rufus wainwright, release the stars [2007]
mick harvey, two of diamonds [2007]
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10 maio 2007
nem se dêem ao trabalho
de volta, o novo álbum de björk, tirando antony e duas outras faixas, não há grande coisa que se aproveite.
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joséreisnunes
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tag álbuns
05 maio 2007
diz que é uma espécie de antologia dos últimos tempos
o milan é a melhor equipa da europa e o carmona é o novo oh captain my captain, já que não abandona o barco. o mário lino está inscrito na ordem e eu ando enterrado em trabalho que não me apetece fazer. não fui ver a joanna newsom e descobri que ela é mesmo mesmo sexy. o benfica está sem o simão até final da época mas parece que o miccoli quer ficar por cá. não há álbuns novos a registar, pelo menos que eu saiba mas o álbum do andrew bird é mesmo mesmo tranquilamente interessante. ah e os new order acabaram.
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joséreisnunes
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03 maio 2007
o roto e o nu
já devem ter reparado que eu tenho uma predilecção em atacar a imprensa portuguesa. isto porque acredito que os nossos jornalistas são, regra geral, uns incompetentes, miúdos sem grande inteligência nem capacidade de observação atirados para os cenários que não compreendem. isto para não falar da manipulação informativa das direcções ou mesmo da subjugação de orgãos dos media a grupos de capital, digamos, volátil e a personagens da vida política.
mas o que eu gosto mesmo é de ouvir as parvoíces do jornalistazeco.
1. um homem estava barricado na garagem. a polícia de intervenção, como é do seu domínio, intervém. ouvem.se disparos e o homem sai para ser conduzido a uma ambulância. a jornalista, confiante naquilo que ouviu dizer, dispara que o homem foi atingido, saiu de maca, com a cara virada para baixo, e se encontra em estado crítico. a ambulância não sai do seu lugar, mas a jornalista não acha estranho. cinco minutos mais tarde o capitão da gnr informa que o homem levou com a porta na cara quando a polícia entrou e que estava a fazer gelo no interior da ambulância. os disparos eram pólvora seca, para o assustar.
2. o jornal relata o encontro de ontem entre o milan e o manchester. os italianos venceram por 3-0, qualificando-se para a final da liga dos campeões. será a 11ª final disputada pela equipa, com 6 vitórias já garantidas, o que a torna na segunda equipa com mais taças ganhas. do outro lado estará o liverpool, que já conquistou o troféu por 5 vezes. o milan eliminou o manchester united (2 vitórias) ao passo que o liverpool derrotou o chelsea (nada a registar na europa). o jornal diz que perderam os dois favoritos.
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joséreisnunes
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tag imprensa
01 maio 2007
28 abril 2007
pobreza intelectual 2
acaba de ser publicado o resultado levado a cabo pelo igai, respeitante à questão dos desacatos do último benfica-porto. a conclusão do inquérito foi a da responsabilização da psp e do benfica pelo sucedido.
mas...não falta aqui alguma coisa?
foi a psp que lançou petardos? foi o benfica que arremessou cadeiras? foram os agentes da autoridade a saltar sobre os torniquetes? devem ter sido, uma vez que a claque é excluída de qualquer responsabilidade nesta questão.
eu não costumo entrar na onda popularucha do "só em portugal é que isto acontece" mas é de facto muito pobre desculpabilizar os inergúmenos, que, com este inquérito, só ganham força para justificar a tese de que é normal fazerem aquilo e de que o clube visitante é que tem de mobilizar os meios para os impedir.
é como se num país as coisas funcionassem ao contrário no que concerne este grupo regional de adeptos. é como se as prioridades se invertessem.
é como se, surpresa das surpresas, vivêssemos num estado em que a regra é o elefante entrar na loja e partir a loiça, e quem paga a conta é o tipo que a arruma no armazém.
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joséreisnunes
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tag benfica
pobreza intelectual
há uns tempos, depois de ver o que o amigo jacaré aprendeu com o statcounter, resolvi abrir uma conta para o a new order. depois de umas semanas a analisar diariamente as estatísticas, e logo depois de perceber que existem já muitos blogs nacionais com ligação directa para esta casa - aos quais agradeço sinceramente - deparei.me com alguém que chegou a este espaço através de uma consulta google cujo tema era o do título.
é, no mínimo, esclarecedor.
bom fim de semana.
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joséreisnunes
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tag imprensa
27 abril 2007
25 abril 2007
a derrota do futebol
há um momento no encontro que opõs ontem à noite o milan ao manchester united no qual qualquer adepto de futebol que não seja comentador da rtp nem sócio dos ingleses percebe porque é que cristiano ronaldo não é o melhor jogador do mundo. há um momento em que o brasileiro kaká consegue através de um subtil movimento de cabeça fazer chocar dois defesas ingleses, naquela que poderá ter sido a maior humilhação da vida de ambos, culminando a jogada num belo tento.
o jogo de ontem, para além de uma partida emocionante, foi um festival de comentários ridículos. os dois repórteres do canal público de televisão, para além das banalidades comuns e de alguns erros técnicos (o milan não é terceiro classificado da liga italiana), passaram hora e meia a falar do "cinismo típico" da equipa de milão. referiram.no, segundo as minhas contas, pelo menos 5 vezes. repetiram e abusaram dos chavões sobre o futebol italiano, que só utiliza quem não vê um jogo da liga desde que o arrigo sacchi deixou de treinar, e esqueceram.se de falar de futebol real. meteram o milan numa espécie de ilusão imagética à qual vivem agarrados todos os europeus que se habituaram a ouvir falar em catenaccio, sem que saibam muito bem o que é que isso quer dizer. em relação ao manchester nem sequer falaram. estiveram demasiado ocupados a falar da genialidade de cristiano ronaldo, de cada vez que ele pegava na bola, mesmo que apenas por dois segundos. tudo serviu para fazer juízos de valor sobre ronaldo. tudo servia de desculpa para o jogo apagado que o português realizou: ou os colegas não correspondiam, ou o treinador estava a errar na sua colocação. um dos comentadores repetiu mais de trinta vezes que ronaldo era um génio.
se isto é o melhor que tem para dizer uma pessoa paga para comentar um jogo daquele nível, contratem.me a mim.
mas depois há aquele momento do jogo. e aquele segundo golo do brasileiro significou uma verdadeira inflexão dos próprios comentários. a partir daquele momento, como que do nada, aparece um outro génio em campo. ronaldo apaga.se definitivamente e os comentários começam a virar.se para a evidência, em tom crescente.
no final do jogo ronaldo era como o'shea: não existia. e kaká continuava a driblar sem aqueles tiques irritantes, apenas com o movimento do corpo e com aquele típico deixar a bola andar só mais um milésimo de segundo para ultrapassar mais um jogador.
o futebol resume.se a três coisas: elegância, geometria e sacrifício.
o milan, e sobretudo kaká, tem tudo o que é preciso.
e sinceramente, em resposta ao meu irmão, que gosta do cristiano e que vai perceber a origem desta crónica, não posso garantir que o milan seja mais forte mas acredito que o futebol vai vencer na segunda mão.
mas mesmo que não vença, fica o momento em que o kaká fez aquela maldade aos defesas ingleses, durante o qual me lembrei imediatamente do tipo da liga dos últimos, um daqueles destruídos pelo álcool e pela interioridade, que resumiu numa frase mítica o futebol: quando a bola beija a rede, é golo.
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joséreisnunes
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tag imprensa
hoje é um grande dia para portugal...
...eusébio da silva ferreira está pronto para deixar o hospital
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joséreisnunes
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tag benfica
22 abril 2007
person pitch, panda bear
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21 abril 2007
armchair apocrypha, andrew bird
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20 abril 2007
conselho matrimonial de fim de semana
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joséreisnunes
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tag álbuns
i get lonely but i ain't that lonely yet
de cada vez que se gera um sururu em torno de uma banda há um de dois finais: ou a coisa fica confinada a meia dúzia de apaixonados, sendo que não interessa para o caso a qualidade, ou não do fenómeno, ou a coisa explode e a certa altura já não apetece nada fazer parte de um grupo de milhares. e isto porque, se toda a gente fala de uma coisa nova supostamente "alternativa", é porque ela não deve ser grande coisa enquanto suposta "alternativa" a tudo o resto. foi assim com os arctic monkeys, um pouco com os franz ferdinand e acontece agora com os buraka som sistema.
eu não digo que os rapazes sejam maus músicos ou maus performers. só que já toda a gente anda a cantar as músicas deles. e isso chateia.me.
e diz que hoje vão tocar ao lux e ouvi umas miúdas na faculdade dizer que tinham de ir às 9 da noite para a porta para arranjar lugar porque da última vez que lá foram tocar encheram a sala com facilidade. ao mesmo tempo que combinavam o encontro, o ipod de uma delas debitava os melhores hits das discotecas tipo kapital e capítuloV, contra as quais não tenho nada, mas que mostra bem o tipo de público que fará as honras, da buraca para o mundo.
por estas, e por outras que nem consigo explicar, nunca me senti tentado a abraçar o fenómeno. é que também, apesar de considerar algo viciante o tipo de som proposto, a coisa não me parece muito diferente daquilo que oiço nos honda civic que cruzam a estrada da pontinha ao fim do dia. mas eles dizem que é música urbana.
quem disse que uma simples denominação não quebra fronteiras?
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joséreisnunes
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tag concertos
17 abril 2007
don't let him waste your time
o novo disco das cocorosie não é assim nada de transcendental. e continuo sem perceber porque é que noah's ark, o seu segundo long play, é odiado pelos críticos. é um pouco monótono, mas quando o antony aparece as meninas partem a loiça. digo sinceramente que é uma peça incompreendida. no entanto la maison de mon rêve continua a ser a melhor aposta do duo mais sexy da pop internacional.
twelve, de patti smith, não aquece nem arrefece. é um disco de covers, bem estruturadinho mas, mais uma vez, nada de transcendental. continuo a não gostar muito de covers nem de quem as faz.
mas cada vez gosto mais de ouvir o álbum a solo de jarvis. esse sim, tem pinta de transcendental.
a minha próxima aposta cega será em willy mason. e richard swift, quando conseguir encontrar o álbum.
espero que sejam transcendentais.
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joséreisnunes
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tag álbuns
14 abril 2007
3 discos que ainda não tenho mas que acho que devem valer a pena
cocorosie, the adventures of ghosthorse and stillborn [2007]
richard swift, dressed up for the letdown [2007]
patti smith, twelve [2007]
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joséreisnunes
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tag álbuns
13 abril 2007
gulag orkestar, beirut
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joséreisnunes
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12 abril 2007
sabia que...
em 28 de agosto de 1923, devido à crise no sporting clube de portugal, o sport lisboa e benfica põe as suas instalações à disposição do rival?
não sabia pois não?
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joséreisnunes
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tag benfica
11 abril 2007
o compreendido, os bastardos e o rancor
passou uma semana desde que bonnie 'prince' billy visitou lisboa. lamento que a crónica só seja lançada hoje mas entretanto meteu.se a páscoa. a falta de críticas nos blogs do costume também ajudaram a adiar a decisão de lançar, ou não, a minha ideia.
confesso que saí do maxime na passada quinta-feira irritadíssimo.
porque isto tem de ser assim: há pessoas que ou deviam ser proibidas de entrar nos concertos ou devia ser dada uma autorização especial por parte do ministério da defesa para o seu abate compulsivo. o maxime é, de longe, a pior sala para um espectáculo deste tipo em que eu já estive em lisboa. até na zdb - se não compreendem a comparação experimentem ir em dia de chuva - se ouve e vê melhor um concerto com algum intimismo como foi o de bonnie 'prince' billy.
para além das qualidades deploráveis guardadas para quem não vai uma hora e meia antes para um concerto, ou para quem não tem uma mesinha à espera, há que gramar com a corja que ou não comprou bilhete ou é demasiado estúpida para perceber que gastou dinheiro em vão. isto porque quem ficou de pé teve de gramar com uma dúzia de otários junto ao bar que não se calaram durante um minuto, mesmo depois de algumas ameaças verbais mais subtis. o constante barulho dos empregados a tirar imperiais ou a polir copos também foi exemplificativo do que resulta querer misturar alhos com bugalhos.
para ajudar a esta festa, aquela primeira parte do espectáculo - faun fables - foi de fugir. não se podia esperar muito de um gaijo igual ao guitarrista dos korn a tocar batuques e flauta e de uma miúda igual àquela que passa a vida no chiado com um cão a pedir dinheiro em honra da sua escolha de vida anarco-dependente. e a rapariga teve mesmo direito a dose dupla, acompanhando o músico norte-americano em todas as músicas do mais recente long play. se em disco essa presença já era, algumas vezes, exasperante (salva.se a produção que disfarça uma vozinha desengonhada), ao vivo é, simplesmente, odioso.
mas bonnie 'prince' billy é a maior referência da música folk norte-americana do momento, e, por isso e porque teve, de facto, momentos de uma genialidade inalcançável por todos os outros músicos que se dizem semelhantes, este foi um grande espectáculo.
já se sabe do que a casa gasta não é?
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joséreisnunes
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trabalho de casa
cassadaga, bright eyes [2007]
the gulag orkestar, beirut [2006]
sun awakens, six organs of admittance [2006]
ships, danielson [2006]
loose fur, loose fur [2003]
everything is good here/please come home, angels of light [2003]
rec extern, radian [2002]
dark noontide, six organs of admittance [2002]
sometimes good weather follows bad people, califone [2002]
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joséreisnunes
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05 abril 2007
dia b, imperdível
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joséreisnunes
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tag concertos
04 abril 2007
prato do dia (é hoje como poderia ter sido em 1976)
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joséreisnunes
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tag álbuns
the magic position, patrick wolf
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joséreisnunes
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5 pontos para compreender um clássico
1. não há mal nenhum em receber os adeptos do porto com garrafais insultos. isso sempre fez, e muito bem, parte da história. benfiquista que vá ao dragão não é recebido com flores, de certeza.
2. problema problema é a claque doravante designada sd partir cadeiras e arremessar petardos aos benfiquistas. não se compreende, uma vez que estão a inverter a lógica de jogar fora de portas. se alguém pode partir cadeiras na luz são os benfiquistas. se alguém pode mandar uns petardos na luz são os no name boys.
3. a subcomissária da psp mente com todos os dentes. até pode estar a dizer a verdade mas a lei do benfica é a lei indiscutível. não vejam, não falem, não oiçam.
4. concordo absolutamente com o ex-treinador do benfica. o golo do benfica é irregular. o lucho está, claramente, em fora de jogo.
5. concordo igualmente com a tese do mesmo ex-treinador do benfica de que o porto foi uma equipa fortíssima na luz. viu.se bem pela forma como comemoraram fortemente o empate no final do jogo. o porto é sem dúvida a equipa com a mais forte possibilidade de ter sido alvo de um milagre na luz. e é a mais forte candidata ao título de equipa mais defensiva a jogar no mesmo estádio. foram, sem dúvida, os que fizeram a festa mais forte. fortíssimos portanto.
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joséreisnunes
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tag benfica
01 abril 2007
a weekend in the city, bloc party
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joséreisnunes
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31 março 2007
jarvis, jarvis cocker
a cara metade que ele sempre parece ter procurado, ou que sempre parece nunca ter querido encontrar, ainda hoje estamos para perceber. a cara de jarvis cocker sempre foi a de um aparat chic ou shock, conforme os casos e o lado para onde acordava.
apesar de ser detestável a forma como se exibia, há duas coisas pelas quais nunca mais será esquecido: a primeira por ter invadido o palco em plenos britt awards quando o michael jackson estava a cantar, e a segunda por ter feito, juntamente com os outros pulp, um dos discos mais brilhantes dos anos 90, aliás, um dos melhores discos para dançar desde que surgiram os new order.
e afinal girava sempre tudo em torno da pop.
é bom ver os pulp regressar. desculpem, jarvis cocker regressar. estes são os pulp mais pop de sempre. ou melhor, o jarvis cocker menos cocky de sempre. jarvis é o alter ego de jarvis cocker, ou seja, este disco é a face mais escondida do cantor, e, por sinal, a melhor. se bem que a postura perdida dos idos anos 90 nos tenha deixado com água na boca (ouvir disco2000 é uma experiência que definitivamente não cansa), a pop há muito tempo que não tinha uma arrumação tão limpinha e uma cor tão branquinha (quase de certeza culpa do sol londrino).
isto tudo para dizer que jarvis foi um dos melhores álbuns de 2006. foi também um dos menos badalados, o que não faz justiça à sua surpreendente capacidade de estimular o ouvinte mais saudosista por um sempre bom punhado de verdadeiras canções.
e como o povo é sereno, às vezes não apetece martelar os ouvidos com a estranheza que nos é tantas vezes familiar.
mas não, não é só fumaça. os pulp estão aí para durar.
desculpem, o jarvis está aí para durar.
7.9/10
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joséreisnunes
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27 março 2007
é uma questão da autocracia a que nos sujeitamos
ontem cumpriu.se o feriado nacional do a new order.
a emissão está de regresso.
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joséreisnunes
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tag blogs
25 março 2007
banda sonora para um domingo cheio de nuvens
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joséreisnunes
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tag álbuns
24 março 2007
imprescindível, aliás, irrepetível
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joséreisnunes
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tag álbuns
prozac
o blog do dia, que descobri recentemente através da sempre aconselhável lista de sítios dedicados à causa que o planeta pop disponibiliza, vem sob a forma de medicamento aplicável com ordem irregular. uma boa aposta, já com quase dois anos de experiência.
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joséreisnunes
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tag blogs
23 março 2007
22 março 2007
ainda a propósito da recuperação do tempo
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joséreisnunes
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tag álbuns
a sample of things
foi mais uma vez actualizada a lista de amigos, conhecidos e nem por isso. destaque para o desaparecimento de alguns nem por isso, que simplesmente deixarem de postar, e para o novo blog de raquel pinheiro, a sample of things, ainda em fase de iniciação mas já com alguns bons textos, como seria de esperar de uma "escritora, editora, poeta e tradutora" (traduzido livremente do inglês pelo a new order).
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joséreisnunes
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4:04 da tarde
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tag blogs
este fim de semana vou andar com isto nos ouvidos

our endless numbered days, iron + wine [2004]
tanglewood numbers, silver jews [2005]
orphans, tom waits [2006]
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joséreisnunes
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3:58 da tarde
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tag álbuns
e o rapaz que até parecia ter bom gosto
há uma excelente entrevista a panda bear no site da mondo bizarre, conduzida pelo autor do big black boat, que deve absolutamente ser lida. ali percebemos que o rapaz, que mora no bairro alto e que é, basicamente, metade criativa dos animal collective, tem uma concepção um bocado estranha do que é fazer boa música.
defende o músico que os 4taste, aqueles dos morangos do açúcar, são uma boa banda.
e depois dá uma explicação que pode convencer muito boa gente que procura nestas ideias apologistas de um kitsch mesmo kitsch uma possibilidade de destacar alguma superioridade intelectual e algum bom gosto moralmente consolidado, mas que a mim só me dá para rir. sinceramente, preferia nunca ter lido esta entrevista.
assim como preferia nunca ter visto metade das referências que o tipo faz em person pitch (com as doce incluídas).
é que person pitch é, de facto, um dos melhores álbuns já produzidos este ano.
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joséreisnunes
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3:51 da tarde
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tag imprensa
20 março 2007
derivado da situação
ainda abismado com a facilidade de descarregar música da internet que esta coisa dos torrents me trouxe, esta semana vão girar com insistência, à espera da melhor crítica:
the good, the bad & the queen, the good, the bad & the queen
a weekend in the city, bloc party
let's get out of this country, camera obscura
some loud thunder, clap your hands say yeah
all of a sudden i miss everyone, explosions in the sky
jarvis, jarvis cocker
drums and guns, low
the magic position, patrick wolf
modern times, bob dylan
grinderman, grinderman
person pitch, panda bear
nighthawks at the dinner, tom waits
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tag álbuns
18 março 2007
a lei do viciado é a lei mais forte de todas
este fim de semana, como de costume, fui até à fnac abastecer.me de música. ao fim de meia hora de pesquisa acabei por comprar os novos álbuns de grinderman e de panda bear, bem como um velhinho de tom waits. ao todo gastei cerca de quarenta e cinco euros com a brincadeira. cheguei a casa e resolvi seguir o conselho que um amigo me fez quando regressávamos da luz na passada quinta feira. fiz o download de um servidor de torrents, segundo ele, uma cena que está aí a bombar. entretanto, e com meia dúzia de clicks já descarreguei seis álbuns, com uma qualidade muito boa de som. há cerca de três anos que não fazia um download.
por isso, e tendo em conta que não posso, de maneira alguma, comprar tudo o que quero, aumentei a minha colecção com álbuns de camera obscura, bob dylan, bloc party, clap your hands say yeah, low e explosions in the sky.
se quiserem, venham.me prender.
tive uma recaída e estou, de novo, viciado.
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joséreisnunes
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tag mp3
16 março 2007
os grandes portugueses e as 7 maravilhas
o programa já causou grande celeuma.
confesso que não acompanhei a fundo nem a votação nem a escolha nem as ridículas apresentações que se basearam sempre em binómios restrospectivos de duvidosa seriedade intelectual. e então quando soube que o botas era um dos finalistas racionalizei, em nome da minha saúde, que aquilo não me interessava para nada.
porque de facto, por mais propostas que me apresentem, não há lugar para uma discussão destas. o vencedor, na minha óptica, é mais do que óbvio.
ele transportou durante anos as aspirações dos portugueses. carregou às costas as agruras de muitos. disfarçou crises, escondeu fragilidades. fez sonhar os portugueses. combateu, lutou pela nação sempre com distinção.
e esta nação não se esquece dele.
o maior português de sempre é o eusébio.
e a escolha das sete maravilhas de portugal é também muito fácil.
numa carreira com mais de mil golos marcados não deve ser difícil encontrar sete obras primas.
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joséreisnunes
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tag benfica
14 março 2007
o imperialismo modernista e o laxismo pós-moderno
eu gosto de intrigas. daquelas à antiga, em que as comadres se zangam todas e a conversa acaba, invariavelmente, na ofensa directa e injustificada. é essa que dá sal às conversas.
é claro que não gosto de fazer parte delas. mas gosto de acompanhar uma boa intriga externa.
a blogosfera nacional, reflexo puro da nossa cultural apetência para a intriga, já nos proporcionou alguns bons exemplos. o abrupto tem estado quase sempre no centro, mas desta vez a coisa envolve, dizem, modernistas e modernistas superados.
é uma questão, portanto, de arquitectura.
acho.
o que se passa é que andou uma grande tourada entre o autor do a barriga de um arquitecto e a autora do vazio de gente (que no seu estilo sempre exasperante e aparentemente emocionalmente sofrido de referências eruditas já conseguiu mandar um belo tiro ao lado a propósito de um título de um livro, o que deve ter enchido a barriga do arquitecto). o vazio de gente é aliás um blog muito interessante. a sua autora não se cansa de demonstrar que lê e que vê filmes. e que teve boas notas na faculdade de arquitectura mas que odeia os professores. gostei sobretudo da parte em que chama prima donna a gonçalo byrne e como em cinco minutos de escrita conseguiu destruir le corbusier.
para juntar à festa o autor do hardblog também mandou umas bocas, que, sem sequer me referir ao conteúdo, foram formalmente muito estimulantes para a conversa. e depois juntou.se ainda o autor d'odespropósito (acho que nunca conheci um blog com uma prosa tão confusa), mas a coisa com ele não pegou.
entretanto acabaram as hostilidades.
e logo agora que os meus dias tinham outra cor.
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joséreisnunes
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tag blogs
eu juro que nunca pensei que pudesse chegar o dia desta notícia
neon bible entrou directamente para o segundo lugar do top de vendas nacional, destronando nesse posto a vida que eu escolhi, de tony carreira, que desceu para terceiro.
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joséreisnunes
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3:14 da tarde
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tag imprensa
13 março 2007
façam lá uma retrospectiva
de cada vez que me vêm com a conversa dos lcd soundsystem eu pergunto.me: que música é que eles já fizeram que os new order não tenham gravado?
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joséreisnunes
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12 março 2007
iwo jima
há um momento em intervention, dos arcade fire, em que o refrão ganha o corpo de um coro que avisa: you've been working for the church while your family dies.
há um sentimento que atravessa todo o novo filme de clint eastwood, que ganha o corpo de um coro inaudível, que explica como, em ambas as partes que disputam um território ou uma causa, seja lá o que for, existe sempre a dúvida em cada soldado. cada soldado sabe, melhor ou pior, que a guerra o matará. e o soldado, japonês ou americano, foi para lá empurrado.
existe em cartas de iwo jima uma ideia que atravessa todo o filme: os japoneses também tinham a sua guerra. e tinham a sua memória para preservar. tinham, acima de tudo, braços que se destacavam dos corpos com as bombas e veias que soltavam sangue quando eram atingidos pelas balas.
existe, em clint eastwood, a necessidade de ser honesto.
porque o soldado sabe, quase sempre, que a nação justifica uma guerra.
só não queria era ter de morrer por ela.
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11 março 2007
neon bible, arcade fire
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10 março 2007
é apenas uma questão de ver bem as datas
em 1977 os warsaw gravam um pequeno lp com cinco faixas. nesse mesmo ano mudam de nome para joy division, aludindo à brigada de prostitutas assim denominada que acompanhava os exércitos nazis. na altura, no meio londrino em que se movimentavam, a questão causou alguma celeuma e a banda foi chamada de neo-fascista. os percurssores daquilo a que hoje chamamos orgulhosamente de pós-punk (que podia muito bem ser toda a música feita depois da morte dos sex pistols) morreu em 1980, com ian curtis. nesse mesmo ano os três restantes elementos formaram os new order e revolucionaram a música dançável. o resto conhecemos e identificamos.
em 1981, os heróis do mar surgem em portugal com música que parece decalcada do primeiro álbum dos new order. são apelidados de neo-fascistas porque recuperaram o primeiro verso do hino nacional e porque falavam de orgulho nacional.
'brava dança' é o documentário que em 2007 reconta a estória dos heróis do mar.
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09 março 2007
os melhores hits de verão
é verdade que os shout out louds não são grande espingarda. melhor dizendo, não são realmente uma banda daquelas que um tipo ouve e até fica pasmado. e também é verdade que vêem da suécia, o que não se adequa imediatamente à imagem de banda produtora de hits de verão.
de qualquer maneira os shout out louds são divertidos, e hoje o sol regressou a lisboa.
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joséreisnunes
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3:30 da tarde
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marcamo.los, ai sim que os marcamos...
descobri hoje que a editora criada por mark kozelek para editar os avanços em nome individual, bem como os dos sun kill moon, se chama caldo verde.
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05 março 2007
from buraka to the world
o mais engraçado acerca dos buraka som sistema não é o hype que anda à volta.
nem é a originalidade de algumas das músicas.
também não é a força aparente que imprimem nos concertos e a diversão que proporcionam a quase todos os que os ouvem.
o mais engraçado acerca dos buraka som sistema é ver os loirinhos de risco ao lado a abrir a janela do a3 nos semáforos da 24 de julho depois de uma noitada na kapital, e a despir a miúda do carro ao lado com os olhos ao som do kuduro progressivo de yah.
é verdadeiramente surreal. viva a globalização.
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joséreisnunes
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lista de compras mais ou menos urgente
bob dylan, the modern times (álbum do ano de 2006 para muitos)
jarvis cocker, jarvis (cunts are still running the world diz tudo)
tom waits, orphans (o caixote do lixo mais precioso de 2006)
william elliott whitmore, song of the blackbird (o fim da trilogia)
bloc party, a weekend in the city (vamos lá ver o que sai daqui 1)
clap your hands say yeah, some loud thunder (vamos lá ver o que sai daqui 2)
arcade fire, the neon bible (...)
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joséreisnunes
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04 março 2007
de vez em quando temos que chamar as coisas pelos nomes, custe lá o que custar
para encerrar definitivamente o capítulo da morte do manuel bento tenho que contar esta estória. porque quanto mais pessoas se aperceberem dela, mais pessoas ficarão a saber porque é que há clubes, e depois há o benfica.
no minuto de silêncio que se tentou respeitar esta jornada em todos os campos de futebol de portugal, houve um que sobressaiu aos olhos de todos os que acompanham o campeonato. no estádio do dragão a claque do porto utilizou o minuto de silêncio para fazer ouvir assobios e insultos contra o benfica. é claro que o resto do estádio não pactuou, mas isto não deixa de mostrar a matéria de que é feita aquela gente dos superdragões.
e infelizmente, não é caso único. o ano passado repetiram a gracinha no estádio da luz. e a direcção, bem como o treinador, mostraram.se sempre coniventes.
recentemente em itália, aquando da morte do inspector filippo raciti em confrontos com os adeptos do catania, sucedeu uma situação idêntica no estádio olímpico de roma. os culpados foram identificados através das câmaras do estádio e foram devidamente punidos. direcções dos clubes e até o presidente da câmara de roma manifestaram.se publicamente contra este tipo de imbecilidades. em directo, em horário nobre da raiuno, foram chamados de anormais.
nós temos um futebol e uma cultura associada muito mais tranquila que a italiana. temos melhores estádios e melhores adeptos.
porque raio é que não temos comentadores e políticos capazes de chamar os nomes que estes imbecis merecem ouvir?
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03 março 2007
caminhando por veneza
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agenda
lisboa recebe bonnie 'prince' billy em abril, no cabaret maxime. poucos dias depois a aula magna vê chegar o novo álbum das cocorosie. em maio o coliseu abraça os bloc party e o são jorge andrew bird. junho é o mês dos smashing pumpkins, dos pearl jam e dos beastie boys. em julho os arcade fire regressam ao nosso país.
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4:10 da tarde
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encarnado e branco
descobri, finalmente, o blog que me faltava. aquele que me informa de tudo o que se passa no universo http://encarnado-e-branco.blogspot.com. cheguei lá através de um texto fabuloso que o seu autor escreveu a propósito da morte do bento.
a homenagem catártica tem o mesmo peso de redenção que leonard cohen imprimiu ao 9-11 com on that day.
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01 março 2007
campeão
o manuel bento foi o melhor guarda redes de sempre da história do futebol português.
conquistou oito títulos de campeão nacional sempre pelo benfica.
morreu hoje aos 58 anos de idade.
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joséreisnunes
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25 fevereiro 2007
café roubado
o repto vem lançado por miguel cardoso, do café roubado (link disponível aqui ao lado), que está bastante empenhado na criação de uma netlabel que ajude os músicos portugueses. para já procura colaboradores (a todos os níveis).
dêem um saltinho ao blog e vejam o que é que podem fazer.
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joséreisnunes
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y's, joanna newson
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24 fevereiro 2007
the letting go, bonnie 'prince' billy
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22 fevereiro 2007
na minha outra vida ouvia blues
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joséreisnunes
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mortes não anunciadas
nestes últimos dias tenho tentado recuperar um pouco do que perdi nos cinco meses em que não acompanhei os desenvolvimentos da blogosfera. foi dessa forma que me apercebi da evidência a que estamos sujeitos: os projectos deste tipo, por melhores que sejam, acabam por não sobreviver a alguma indiferença provocada por uma cada vez maior proliferação de propostas. ou então não é nada disto e os projectos morrem porque os seus autores se fartam. eu próprio já matei dois blogs porque não diziam nada de jeito.
no entanto este post serve sobretudo para anunciar a morte da drogheriadimusica e do jornal UM, bem como o desaparecimento, não sei se temporário, do the tracker.
se, no caso dos dois blogs citados, fica a ideia de que os seus autores continuarão por este meio (é um vício quase tão forte como o benfica), em relação ao UM a minha dúvida é muito mais aguda. o UM era um jornal de distribuição gratuita que contava com uma equipa de colaboradores muito interessante (jorge manuel lopes, eduardo sardinha, rita carvalho, álvaro costa, rodrigo nogueira...) que pecou, na minha opinião, exactamente por querer ser de distribuição gratuita. louvável, é certo, mas está mais do que provado que em portugal a viabilidade económica de um jornal deste tipo necessita de um barão por detrás. gostaria de ser mais optimista, mas parece.me que o UM, enquanto filosofia jornalística, está condenado a não sobreviver. e se mudar os moldes, muito provavelmente, deixará de ser o UM. porque entrará no círculo das publicações dependentes de condicionantes determinadas por quem as subsidia.
no entanto, desejo boa sorte para os intervenientes.
bem precisamos.
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joséreisnunes
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21 fevereiro 2007
recomeçar versículo 2
está já a funcionar o novo counter. desta é que é a sério.
a média costumava ser de dez visitas por dia.
contribuam.
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joséreisnunes
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20 fevereiro 2007
a pedreira
só agora conheci este novo projecto de gonçalo palma, http://apedreira.blog.com. se bem que ainda pouco rodado - começou há bem pouco tempo - o início parece.me bastante interessante. a opção constante pela memória de estórias de um dos famosos da nossa praça musical é uma alternativa bem engraçada para quem se interessa por estas coisas.
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joséreisnunes
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10:34 da tarde
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recordar é viver

há dias assim.
há dias em que um estúdio acorda para receber um pedaço da estória do rock moderno. há dias em que tudo parece correr bem, e não, nem tudo é sempre resultado de muito trabalho e de anos de preparação.
às vezes acontece.
os neutral milk hotel esperaram nove anos para gravar in the aeroplane over the sea. esperaram nove anos para lançar a sua masterpiece.
foi um parto difícil este de 1998, custoso, quase que no extremo do desespero de quem passou tanto tempo a explorar um caminho. mas quando nos aproximamos hoje deste álbum e o ouvimos pela primeira vez percebemos que os neutral milk hotel são um caso encerrado. por mim podiam muito bem já ter cessado as suas funções, se é que ainda não o fizeram.
in the aeroplane over the sea é uma das imagens mais construtivas e de maior requinte de um rock em formato lo-fi, onde a imagética big band que lhe está associada nos faz pensar que estamos perante uma obra com dezenas de anos. de facto, é muito raro encontrar um trabalho com esta qualidade e com esta capacidade de se imortalizar depois de 1980. no entanto os neutral milk hotel são uma escola de rock, a fazer recordar a estética pavement ou sebadoh e a dizer.nos claramente o que são os camera obscura, os clap your hands say yeah e os famosos broken social scene.
in the aeroplane over the sea combina magistralmente a vontade íntima de jeff mangum em querer ser o melhor songwriter do século 20, com a irreverência dos músicos com que se rodeou.
este é, provavelmente e até ver, o derradeiro grande álbum do rock alternativo.
9.5/10
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joséreisnunes
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recomeçar
enquanto as coisas acontecem todas ao mesmo tempo - afinal foram cinco meses fora deste mundo - o a new order prepara.se para regressar de cara lavada para uma nova vida, com algumas propostas na calha.
para já o tema é dado pelos explosions in the sky, regressados aos álbuns: all of a sudden i miss everyone.
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joséreisnunes
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17 fevereiro 2007
está quase
regresso aos posts dentro em breve.
a itália é já parte do passado.
até já.
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joséreisnunes
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30 dezembro 2006
bye bye porkpie
um ciao a 2007.
um ciao diferente a itália.
vemo.nos em breve.
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joséreisnunes
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21 dezembro 2006
we shall overcome, bruce springsteen

nada aparece por acaso.
bruce springsteen, para além de ter feito um dos álbuns chave da música tradicional norte americana, desde sempre se destacou como assumido patriota e como politicamente bastante interventivo. as seeger sessions que agora edita poderiam ter.se chamado apenas seeger sessions.
mas não. nada aparece por acaso.
e é por isso, e porque springsteen sabe que os eua têem que superar a crise de uma administração que cada vez mais está a condenar metade do mundo a sofrer consequências das quais não tem responsabilidade nenhuma, que as seeger sessions, que recuperam de forma magistral o reportório folk que escreveu a estória dos states que grande parte desconhece, pegaram num dos temas mais absorventes da americana para nomear um álbum que tem tanto dos outros como de springsteen.
este é, decisivamente, o boss que eu gosto.
faz.me confusão aquele de born in the usa, de bandeira às costas. mas atrai.me o de nebraska, o de devils and dust, aquele que consegue conjugar soberbamente os sons, as letras, tudo o que vem de trás com tarimba folk, com os sopros do jazz, os coros gospel e as mini-orquestras que fariam o gosto de tantos.
esta é a américa. a américa não é o reflexo dos bimbos de t.shirts sem alças a pavonear.se por veneza com total desrespeito por toda uma cultura europeia com séculos de evolução. a américa é muito mais. é um país com uma estória musical riquíssima e com uma série de cidades onde se escreveram as páginas mais importantes das rupturas e onde, neste momento, se prepara o rock do futuro.
e é por isto, por causa desta cultura que continua a construir as páginas dos estados unidos que os americanos devem ter a coragem de ultrapassar.
bom natal a todos.
8/10
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joséreisnunes
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ecos cá de dentro
continuo bastante interessado em ver as listas de fim de ano que nos proporcionam diversos sites. a do disco digital considerou modern times, de bob dylan, álbum que eu ainda não ouvi, como o melhor de 2006. parece.me uma boa escolha. o resto da lista é um pouco obtuso.
a radar, por seu lado, não surpreendeu: the strokes em primeiro, she wants revenge em segundo, arctic monkeys em terceiro, por aí em diante. é claro que é uma lista feita pelos ouvintes, mas que, estranhamente, reflecte tudo aquilo em que a própria rádio se empenhou ao longo do ano. curiosa, porém, a introdução no top 10 de um álbum de 2005.
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joséreisnunes
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20 dezembro 2006
hoje não há título
quando acordei no avião hoje de manhã sobrevoávamos monsanto. é preciso uma grande sorte. mas mesmo assim regressar a lisboa foi bom. seguem.se dez dias para meter a conversa em dia.
ah, e a pitchfork deu o prémio aos the knife. a montanha pariu um rato.
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joséreisnunes
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18 dezembro 2006
primeiro ensaio
foi divulgada hoje a lista das 100 melhores músicas do ano da pitchforkmedia, como que a prever a que, já amanhã, definirá o top álbuns do ano que quase se encerra. o primeiro lugar, oferecido a justin timberlake, não augura nada de bom.
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joséreisnunes
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12 dezembro 2006
the 25 most crushworthy bands of 2006
excelente a reportagem de fim de ano do allmusic sobre as 25 bandas mais in, mais hype, mais tudo-o-que-lhes-quiserem-chamar do momento. à distância de um clique, a possibilidade de um namoro.
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às vezes lado b
alternativa credível e interessante à caixa de pandora, o lado b oferece uma selecção online de pedro esteves. não é a aleatoriedade seleccionada do serviço mais badalado do momento, mas não é por isso que deixa de ser uma, quase sempre, boa banda sonora.
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joséreisnunes
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11 dezembro 2006
a minha esperança é a pitchfork
mojo, nme, q e rough trade...até agora nenhum dos tubarões reconheceu a importância do álbum dos liars.
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joséreisnunes
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06 dezembro 2006
a new order 2006, 15 albuns

1. drum's not dead, liars
2. return to cookie mountain, tv on the radio
3. playing the angel, depeche mode
4. he poos clouds, final fantasy
5. the eraser, thom yorke
6. ringleader of the tormentors, morrissey
7. the drift, scott walker
8. mr. beast, mogwai
9. ballad of the broken seas, isobel campbell and mark lanegan
10. leaving songs, stuart a. staples
11. show your bones, yeah yeah yeahs
12. 'sno angel like you, howe gelb
13. first impressions on earth, the strokes
14. subtitulo, josh rouse
15. the greatest, cat power
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joséreisnunes
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a new order 2006, 5 concertos

1. morrissey, festival paredes de coura
2. kings of convenience, aula magna
3. the strokes, lisboa soundz
4. pixies, pavilhao atlantico
5. broken social scene, festival paredes de coura
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a new order 2006, 5 adendas a 2005

1. apologies to queen mary,wolf parade
2. clap your hands say yeah, clap your hands say yeah
3. veneer, josé gonzalez
4. black sheep boy, okkervil river
5. black mountain, black mountain
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joséreisnunes
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a new order 2006, acto 1
os premios a new order deste ano reflectem um desconhecimento profundo daquilo que se fez no mundo depois de setembro. por esse facto a lista dos melhores foi elaborada sem ouvir muitos potenciais bons albuns de 2006. isto significa que nao vale a pena perguntarem pelo album a ou pelo grupo b.
se e bom e se nao esta aqui, esqueçam. nao cheguei a ouvir.
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joséreisnunes
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01 dezembro 2006
esta quase quase
mesmo sem acentos, o a new order nao vai falhar.
o juri esta ja em deliberaçao e os premios 2006 serao mesmo atribuidos.
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joséreisnunes
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09 novembro 2006
can you help me discover more music that i'll like?
a indisponibilidade diária de acesso à internet fazem com que a experiência walking through venice não esteja a assumir a importância que eu gostaria. por isso, e porque o meu irmão me fez descobrir a melhor invenção da internet desde o google, abro as portas de novo para uma sugestão que pode abrir os olhos a muitos amantes da música que ouvimos.
falo de uma verdadeira caixa de pandora
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joséreisnunes
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12 outubro 2006
clarabóia, azevedo silva
não me foi muito fácil corresponder à solicitação que o luís me fez.
digo desde já que me deu um nó na garganta contrariar a interrupção a que tinha sujeitado o a new order.
mas, cá de longe, fazer esta crítica aproxima.me de portugal. não só porque neste momento estou 'emigrado'mas sobretudo porque falamos de música feita aí.
regra geral eu odeio a música portuguesa. ou melhor, odeio o rock português. porque acho que a língua não é apropriada e porque, geralmente, os intérpretes não são famosos. os que mais me surpreenderam nos últimos anos foram aqueles que adoptaram o inglês. falo dos x-wife, dos wray gunn ou dos parkinsons, para dar alguns exemplos.
clarabóia, o primeiro avanço de azevedo silva cheira a um rock underground sujo e despretensioso que podia ter sido feito num outro sítio que não o nosso. há qualquer coisa da escola pós-rock escocesa em o início. há qualquer coisa dos gy!be na mutação compassada de charlie. mas há tanta coisa da música americana de autor e de escola no excepcional devil's town, que só nos apetece perguntar ao luís de onde é que ele tem andado a beber.
é que há também um pouco de tool. e estão lá as referências mais ou menos explícitas a um pouco da música de influência negra que william elliott whitmore, que nunca me cansarei de citar neste blog, anda a fazer. há até, estranhamente, um pouco do mundo paralelo que os ornatos violeta criaram no nosso rock cansado e fustigado por colheitas péssimas.
isto tudo para dizer que clarabóia é um bom manual.
é claro que há imperfeições. bem como algumas indefinições. diria que falta ao luís dar um pouco mais de equilíbrio a esta demo, se o objectivo for o de criar um álbum.
no fundo, fazer desta série de canções, num formato mais extenso, um elemento mais uno e um pouco menos requebrado em diferentes pedaços sonoros. a ideia serve também no caso de o futuro passar por uma criação completamente diferente, como é óbvio.
mas, faça ele o que fizer, espero que a melancolia a que se entrega com a guitarra, que a aspereza e lucidez com que compõe, e sobretudo a verdade do gosto que é fazer música que transpõe para as canções, nunca se percam.
clarabóia não vai, provavelmente, chegar aos ouvidos de muitas pessoas. é assim o mercado, são assim os gostos,
é assim, enfim, a vida.
mas também não precisa. já marcou o seu lugar.
e é isso o mais importante.
7/10
por
joséreisnunes
à(s)
11:26 da manhã
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