29 julho 2009
curtas
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joséreisnunes
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19 julho 2009
caros bloggers
nem uma palavra sobre os the walkmen?
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joséreisnunes
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tag concertos
06 julho 2009
cruzada
por norma não leio críticas a álbuns antes de os ouvir. no entanto, e apenas desta vez, centrei.me numa que vem assinada por joão bonifácio.
e o fim da leitura trouxe.me uma certeza irrevogável: o novo álbum de joão coração perdeu um potencial ouvinte. nada contra o músico ou contra a música. mas o pedantismo de uma crónica que precisa de se repetir duas vezes para encher a página de um jornal tirou.me a vontade de ouvir o disco.
é a sério, isto.
passei, portanto, a figurar na categoria c da classificação das espécies segundo joão bonifácio: parte daquela elite de intelectuais sempre pronta a fazer um sorriso complacente com tudo o que não compreende, de modo a não se comprometer com nada.
que tristeza de jornalismo.
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joséreisnunes
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tag imprensa
03 julho 2009
o regresso do professor marcelo
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joséreisnunes
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tag álbuns, grizzly bear, jarvis cocker, magik markers, the dirty projectors, the mars volta, wilco
jackie-o motherfucker, zdb
crónica rápida sobre um concerto telegráfico.
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joséreisnunes
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20 junho 2009
crítica da crítica
a crítica de música indie portuguesa é fraca.
os protagonistas - jornalistas ou não - estão grande parte das vezes mal preparados para a fazer e sofrem de um mal comum ao jornalismo português: falta de ideias. ao contrário do que os críticos pensam, a crítica é criticável. os fundamentos da crítica são criticáveis. o estilo e a forma são criticáveis. caramba, até o gosto é criticável. isto para dizer que a falácia da liberdade, evocada muitas vezes nestas discussões, devia ter os dias contados. a liberdade crítica só faz sentido quando relacionada com o conceito de responsabilidade. porque se eu for um crítico, e relembro o que alguém disse numa das intervenções - sendo que escreve num jornal, quem o lê é potencialmente toda a gente - e quiser fazer uma crítica ao novo álbum dos sonic youth, terei a liberdade para o fazer em torno de cãezinhos de porcelana, não dizendo uma única palavra sobre o disco em si?
é claro que não.
a crítica não é um exercício de onanismo. palavras chave a reter: honestidade intelectual.
mas centremo.nos no caso em questão. não se esteve a discutir conteúdo crítico. porque esse é, de facto, o tema mais difícil de rebater. discutiu.se, sobretudo, a forma da crítica. a mim pouco me importa o que o joão lisboa pensa dos discos que ouve. apesar de gostar do estilo da prosa - mas não do da resposta directa que se assemelha a qualquer coisa saída de um maus manual persecutório - não lhe dou grande crédito enquanto opinion maker. para dizer que não será por ele que comprarei qualquer álbum. mas desagrada.me ver um crítico que se dá ao trabalho de responder a quem o critica apenas para dizer que o brinquedo é dele e de mais ninguém. mais lhe valia continuar a caminhada solitária que parece querer perpetuar sem escrever uma palavra. nunca ninguém lhe pediu que mudasse de opinião - eu bem sei como isso seria complicado. apenas foi dito que a forma da crítica, a ausência de informação útil ou de considerações próprias, é uma via que desagrada a quem o lê. e que a suspeição de uma intriga não é crítica, é telenovela.
duvido que alguém tenha aprendido alguma coisa com isto. de um lado estiveram pessoas que não ganham nada em dar opiniões, que não têm tempo de exposição pública e que tomaram de assalto o espaço dos blogs para democratizar a crítica. e que o fazem sobretudo porque gostam. do outro lado esteve um crítico cujo nome aparece semanalmente nos jornais, que não quis perceber o que lhe estavam a querer dizer e que continuará a desenvolver os seus textos - agora bem que o posso dizer sem receios - insipientes. entre estes dois pólos os yes men que a tudo acenam com a cabeça.
quero que reparem numa coisa: os críticos de música portugueses não são a minha referência para me actualizar. o trabalho que fazem está demasiado próximo conceptualmente do de uma agência noticiosa. as minhas referências são as pessoas que estão aí nessa lista ao lado.
por isso tanto se me dá se o joão lisboa, ou outro crítico qualquer, não quiser reflectir sobre a crítica à crítica. o país caíu há muito num princípio de peter generalizado.
a solução é lerem blogs.
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joséreisnunes
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2:51 da tarde
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tag imprensa
16 junho 2009
insipiente, insipiente, insipiente
espero que o joão lisboa aprenda a palavra.
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joséreisnunes
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tag imprensa
14 junho 2009
instead we take bilbao
o guggenheim é tão feio.
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joséreisnunes
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tag férias
06 junho 2009
then we take berlin
mas a verdade é que ainda não descobri a temática dessa futura crítica. se bem que ontem à noite sonhei qualquer coisa sobre a minha tendência para não concordar com as pessoas. mas já não me lembro da conclusão a que cheguei.
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joséreisnunes
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5:29 da tarde
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tag álbuns, magik markers
31 maio 2009
wavves, zdb
os wavves não vieram a lisboa.
uma das duas.
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joséreisnunes
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18 maio 2009
mais amor que propriamente fúria
cruz vermelha sobre fundo branco, os golpes
ressalvando a devida separação das águas entre os músicos e fernando pessoa, cruz vermelha sobre fundo branco tem uma série de imagens fortes e incisivas sobre um país que está para ser e, em grande parte dos seus capítulos, uma prosa poética sobre um país que já o foi que me agrada particularmente. o melhor d'os golpes condensa.se, a meu ver, na frase de abertura da marcha: gerados por uma pátria ausente,/buscamos um tempo transparente.
mas é claro que a retórica na música - a retórica per se - serve.me de pouco.
se não houver o clique que é inatingível pelas palavras resta a minha condenação a uma vida de esquecimento.
feitas as contas, e descontando os instrumentais, cruz vermelha sobre fundo branco tem 6 faixas onde se dá o clique.
e embora muito se tenha desfiado sobre a banda por fóruns e jornais nunca dantes navegados [os strokes ou os television, os colégios jesuítas ou o nacionalismo dos heróis do mar] a mim tanto se me dá. e embora me estranhe que nenhum iluminado com tempo de antena reconheça n'os golpes alguma da mesma massa que tornou a ceremony dos new order na melhor música de sempre, a crítica de música não é um exercício de pura comparação ou de referenciação abusiva.
para isso existem os textos do joão lisboa.
no fim de contas trata.se de discernir se a banda em causa tem, ou não, a atitude e a massa necessárias para fazer alguma coisa com significado. serão os golpes os já anunciados rostos da pop portuguesa do novo milénio?
estão mesmo à espera que eu - ou alguém - consiga responder?
sobre isso pouco saberei. conheço mal a música portuguesa. limito.me a reconhecer n'os golpes a ingenuidade que faz os músicos quebrar barreiras.
e atitude. muita atitude.
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joséreisnunes
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15 maio 2009
antony and the johnsons, coliseu lisboa
já confessei por diversas vezes que tenho muito pouca paciência para as conversas dos músicos sobre o povo português, o castelo de são jorge ou as aparições de fátima. por isso, e se a boutade de antony sobre obama e dick cheney lhe saiu relativamente bem, o certo é que as estorietas sobre sintra, sobre o poder das mulheres - e aí fiquei relativamente confuso apesar de reconhecer um transgender quando o vejo - ou sobre jesus reencarnado numa mulher que anda sobre a água, mais não fizeram que retirar tempo para pelo menos mais duas interpretações. o que foi uma pena porque em cima do palco estiveram aquilo que na verdadeira acepção da palavra se designa por músicos. os ambientes de maior cumplicidade entre artistas e público servem sobretudo os interesses de intérpretes menores. não sendo o caso de antony e do sexteto que o acompanha em digressão ficou.me alguma raiva.
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joséreisnunes
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10 maio 2009
i trust their guitar, etc.
mais uma coordenada para a história dos anos 00: balf quarry é o novo avanço dos magik markers.
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joséreisnunes
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3:01 da tarde
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tag álbuns, magik markers
04 maio 2009
black dice, museu do chiado
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joséreisnunes
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10:08 da tarde
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tag concertos
03 maio 2009
go where new experiences await you
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joséreisnunes
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2:45 da tarde
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tag concertos
29 abril 2009
mais curtas
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joséreisnunes
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10:53 da tarde
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tag álbuns
28 abril 2009
já ouviste música hoje?
não?
então carrega aí nessa imagem ao lado. sim, a que tem as árvores e uma montanha e diz woods.
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joséreisnunes
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10:32 da tarde
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17 abril 2009
kill the radio star
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tag rádio
08 abril 2009
maio maduro
vai começar com os golpes. prossegue com os black dice e antony. fecha com os wavves. querem melhor do que isto?
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joséreisnunes
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3:34 da tarde
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tag concertos
07 abril 2009
um novo guia para os músicos portugueses do terceiro milénio
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joséreisnunes
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4:55 da tarde
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tag concertos