e não voltes nunca mais!
30 novembro 2004
impressão
é impressionante como um gajo que não tem nada a ver com a civilização ocidental consegue manipular de forma tão perfeita conceitos cristãos que, por dogma, lhe seriam completamente adversos
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joséreisnunes
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2:47 p.m.
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balanço
gostei do regresso dos pixies e do morrissey.
não gostei do harry potter. e continuo a não gostar.
gostei de ver o autocarro do benfica no marquês mas não gostei que o féher fosse apenas uma camisola.
não gosto de portugal porque o governo é uma merda.
gosto mais de lisboa mas não gosto do trânsito.
gostei do fim do primeiro ano. não gosto da faculdade.
gostava de benfica. não gosto muito do lumiar.
gosto cada vez mais de cinema mas não gostei que o marlon brando tivesse batido as botas.
gosto da kirsten dunst. e da outra loirinha que não sei dizer o nome.
gostei de ver o nick cave e de uma série de álbuns de que já tou farto de falar.
não gosto de não ter mais nenhum assunto para conversar.
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joséreisnunes
à(s)
2:36 p.m.
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29 novembro 2004
à deriva
se o fim de semana realçou alguma coisa no panorama político português foi o estado de total deriva de duas forças partidárias.
em primeiro lugar, o comício do PCP em Almada afirmou-se como uma demonstração cabal do desnorte comunista. um secretário geral que vai sozinho a votos, eleito por um comité que ninguém sabe muito bem como é escolhido e que já orientara o seu voto antecipadamente. mais do mesmo. marxismo-leninismo a disfarçar a predominância estalinista de cunhal, o abandono de uma personagem sem qualquer carisma em substituição por um dos mais duros ortodoxos da grande família, a continuação da caça às bruxas aos renovadores, assobiados e reprimidos pelas opiniões. o Dr.João Amaral, em vida, gostaria de ter visto chegar este dia para obrigar a uma discussão séria sobre o estado do PC. no entanto, e com a sua morte, o que é que se augura para comunistas? uma dissolvição lenta, nada mais.
em segundo lugar, um governo perdido e sem hipóteses de encontrar um caminho de saída. um ministro santanista que acusa um primeiro ministro não legítimo de falta de lealdade, trapalhadas atrás de trapalhadas e um belo serão de telenovela a ver secretários que não aparecem, ministros que não são informados e o dr.sampaio sem capacidade de resposta. à popa, o CDS, a querer mandar sem força para tal, a querer pressionar estando a ser pressionado. em suma, uma grande confusão, um verdadeiro estado de sítio.
posto isto, portugal so pode fazer uma coisa: ligar a têvê na quinta das celebridades e esperar que o Castelo-Branco nos vá animando.
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joséreisnunes
à(s)
6:16 p.m.
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blue monday
as segundas-feiras não têm, necessariamente, de nos deprimir.
sobretudo se daqui a 2 dias tivermos um feriadozito.
é a restauração não é?
dizem que sim...
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joséreisnunes
à(s)
5:59 p.m.
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para lembrar que há quase sempre um dia de amanha
Oh love, you were a sickly child
And how the wind knocked you down
Put on your spurs, swagger around
In the desperate kingdom of love
Holy water cannot help you now
Your mysterious eyes cannot help you
Selling your reason will not bring you through
The desperate kingdom of love
There's another who looks from behind your eyes
I learn from you how to hide
From the desperate kingdom of love
At the end of this burning world
You'll stand proud, face upheld
And I'll follow you, into Heaven or Hell
And I'll become, as a girl
In the desperate kingdom of love
(PJ Harvey)
por
joséreisnunes
à(s)
12:21 a.m.
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perdemos
e jogámos mal como há muito tempo não nos via a jogar.
foi deprimente e confrangedor.
meteu dó e raiva.
nós, esses aí na foto de cima, merecemos mais.
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joséreisnunes
à(s)
12:10 a.m.
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27 novembro 2004
e 5 filmes sem os quais 2004 teria passado muito mais devagar
05. La mala educación, Pedro Almodóvar
04. American splendour, Shari Springer Berman
03. kill bill pt.2, Quentin Tarantino
02. Eternal sunshine of the spotless mind, Michel Gondry
01. Lost in Translation, Sofia Coppola
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joséreisnunes
à(s)
4:06 p.m.
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10 álbuns sem os quais 2004 teria sido uma porcaria
10. Tom Waits / Real Gone
09. Kings of Convenience / Riot on an empty street
08. Nick Cave and the Bad Seeds / Abbattoir blues-The Lyre of Orpheus
07. Franz Ferdinand / Franz Ferdinand
06. The Libertines / The Libertines
05. Leonard Cohen / Dear Heather
04. Elliott Smith / From a basement on the hill
03. PJ Harvey / Uh huh her
02. Morrissey / You are the Quarry
01. Interpol / Antics
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joséreisnunes
à(s)
3:58 p.m.
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26 novembro 2004
todos os colegas deviam ser estrangeiros
e falarem línguas diferentes entre nós e serem simpáticos e prestáveis como os que por cá param porque um estrangeiro em terra que não a dele é mil vezes mais interessante que um português e mil vezes menos cagão e disponível para lixar o parceiro. e todas as colegas deviam dizer olás sinceros como os estrangeiros que só querem uma experiência de vida diferente e não querem somente ser melhores que o parceiro e mostrar pavoneando-se, porque um estrangeiro é realmente mais educado e virado para o umbigo antes de olhar para os dos outros que um português. todos os colegas deviam ser estrangeiros porque um estrangeiro consegue falar sem querer ser a verdade e um português não consegue sequer aprender a dizer a verdade.
o tom waits confessou que nunca diz a verdade para nunca cair na tentação de dizer mentiras.
o português diz mentiras porque sabe qual é a verdade.
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joséreisnunes
à(s)
6:42 p.m.
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é sempre bom chegar ao fim do dia e ouvir uma música assim - o regresso
Well I learned the trade
From Piggy Knowles
Sing Sing Tommy Shay Boys
God used me as hammer boys
To beat his weary drum today
Hoist that rag
The sun is up the world is flat
Damn good address for a rat
The smell of blood
The Drone of flies
You know what to do if
The baby cries
Hoist that rag
Well we stick our fingers in
The ground, heave and
Turn the world around
Smoke is blacking out the sun
At night I pray and clean my gun
The cracked bell rings as
The ghost bird sings and the gods
Go beggin here
So just open fire
As you hit the shore
All is fair in love
And war
Hoist that rag
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joséreisnunes
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6:35 p.m.
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é sempre bom chegar ao fim do dia e ouvir uma música assim
Last night my kisses were banked in black hair
And in my bed, my lover, her hair was midnight black
And all her mystery dwelled within her black hair
And her black hair framed a happy heart-shaped face
And heavy-hooded eyes inside her black hair
Shined at me frome the depths of her hair of deepest black
While my fingers pushed into her straight black hair
Pulling her black hair back from her happy heart-shaped face
To kiss her milk-white throat, a dark curtain of black hair
Smothered me, my lover with her beautiful black hair
The smell of it is heavy. It is charged with life
On my fingers the smell of her deep black hair
Full of all my whispered words, her black hair
And wet with tears and good-byes, her hair of deepest black
All my tears cried against her milk-white throat
Hidden behind the curtain of her beautiful black hair
As deep as ink and black, black as the deepest sea
The smell of her black hair upon my pillow
Where her head and all its black hair did rest
Today she took a train to the West
Today she took a train to the West
Today she took a train to the West
(black hair, Nick Cave)
por
joséreisnunes
à(s)
12:50 a.m.
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24 novembro 2004
A Silver Mt Zion Memorial Orchestra and the Tra La La Band
magnífico
born into trouble as the sparks fly upward.
para se compreender o pós-rock.
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joséreisnunes
à(s)
5:42 p.m.
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23 novembro 2004
n.2
às vezes fazia.nos falta um johnny rotten para abanar as estruturas.
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joséreisnunes
à(s)
3:06 p.m.
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não digam que não gosto da américa porque isso não é verdade
e em boa verdade do que digo permito-me a copiar o cohen.
some people say
it's what we deserve
for sins against g-d
for crimes in the world
I wouldn't know
I'm just holding the fort
since the day
they wounded New York
some people say
they hate us of old
our women unveiled
our slaves and our gold
I wouldn't know
I'm just holding the fort
But answer me this
I won't take you to court
Did you go crazy
Or did you report
on that day
on that day
They wounded New York.
(on that day)
por
joséreisnunes
à(s)
12:18 a.m.
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22 novembro 2004
para não deixar as coisas no ar
aí fica a letra da referida. quando disse que tinha tudo a ver falava obviamente do título. a letra, nem por isso, mas a intenção está lá.
i'd like to know completely
what other so discretely
talk about when they leave me
not that I notice when they're gone
it's serious, so scary
I don't know who to marry
your sister came to bait me
oh your sister came to bait me
but I love it when you blink your eyes
oh I
I want to know my body
I want this out not in me
I want to know no secrets shared
I weave
oh I weave care
you saved me once too often
you never know how often
i've pictured you in coffins
my baby in a coffin
but I love it when you blink your eyes
oh I
I want to know my body
I want this out not in me
I want no other leakage
I want to know no secrets shared
I weave
oh I weave
now I weave care
free of distortions
por
joséreisnunes
à(s)
6:44 p.m.
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é bom quando as coisas funcionam
a brincar a brincar acabei por resolver um caso mais do que bicudo: encontrei finalmente o título para o meu trabalho de "projecto" numa música dos clinic.
chama-se distortions, tem tudo a ver com o meu trabalho e foi a música que mais gostei do internal wrangler quando o ouvi.
fui ver o nome da música e tudo fez sentido.
por
joséreisnunes
à(s)
6:30 p.m.
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21 novembro 2004
o prato do dia em ano de regresso dos velhos
2004 vai ficar marcado pelo regresso aos long-plays de alguns dos crooners mais importantes do panorama actual da música rock. depois do muito aguardado, e altamente recompensado, regresso de Morrissey, com you are the quarry, também Nick Cave (abbattoir blues/the lyre of orpheus) e Tom Waits (real gone) quiseram mostrar trabalho. o último capítulo de clássicos para o novo milénio encerrou com este que agora está na minha aparelhagem - dear heather de Leonard Cohen.
colheita vintage em ano de extraordinária qualidade.
por
joséreisnunes
à(s)
3:43 p.m.
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20 novembro 2004
já agora
fiquem a saber que a frase mais famosa da história do cinema romântico, play it again sam, nunca foi sequer dita. pelo menos na versão corrente de Casablanca, o que se ouve é play it, sam por duas vezes.
o again ficou na gaveta dos sonhadores.
por
joséreisnunes
à(s)
4:09 p.m.
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5 filmes para veres com uma miuda (imediatamente) antes de morreres
.Casablanca (Michael Curtiz)
.Lost in translation (Sofia Copolla)
.Eternal sunshine of the spotless mind (Michel Gondry)
.Manhattan (Woody Allen)
.Breaking the waves (Lars Von Trier)
Com os cumprimentos do clube dos desalinhados
por
joséreisnunes
à(s)
3:56 p.m.
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19 novembro 2004
domingo vamos à luz mas não vamos de autocarro
o autocarro do benfica foi penhorado porque o joão pinto é cobrador de 100 mil contos ao clube. isto remonta ao tempo do vale e azevedo, o maior ladrão que o benfica já la teve (e não foram poucos). o meu amigo A.C.A. defende o vale acerrimamente. é um dos maiores benfiquistas que conheço mas é parvo em não o condenar.
o JVP vai passar a andar em grande nos aliados.
por
joséreisnunes
à(s)
8:26 p.m.
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sofia
é, para mim, a realizadora de cinema viva mais promissora e mais interessante. e uma das mulheres mais irresistíveis do planeta. se morresse hoje tornava-se uma das mais importantes figuras de culto do cinema.
espero que não morra.
por
joséreisnunes
à(s)
8:18 p.m.
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18 novembro 2004
half the world away
para desanuviar um bocado, e para tornar as coisas um pouco menos cinzentas.
I would like to leave this city
This old town don't smell too pretty and
I can feel the warning signs running around my mind
And when I leave this island I'll book myself into a soul asylum
Cos I can feel the warning signs running around my mind
So here I go, I'm still scratching around the same old hole
My body feels young but my mind is very old
So what do you say?
You can give me the dreams that are mine anyway
You're half the world away
I've been lost, I've been found but I don't feel down.
And when I leave this planet
You know I'd stay but I just can't stand it and
I can feel the warning signs running around my mind
And if I could leave this spirit I'd find me a hole and I'll live in it 'cos
I can feel the warning signs running around my mind
revigorante não?
por
joséreisnunes
à(s)
6:16 p.m.
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the masterplan
«Um governo, duas políticas. Este não é um Orçamento feito para resolver os problemas do país, este é um Orçamento feito para resolver o problema de imagem do Governo».
se um dia tiver de explicar a crianças porque é que dei o meu apoio à candidatura de José Sócrates a secretário-geral do PS, falarei concerteza do ideário político moderno, do seu conceito de socialismo razoável e adaptativo a uma economia de mercado imprescindível ao desenvolvimento do país. mas, acima de tudo, falarei da clarividência com que analisa situações políticas. as duas frases que transcrevi são o espelho do OE para 2005.
sem reflexos.
por
joséreisnunes
à(s)
6:05 p.m.
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17 novembro 2004
10 músicas para ouvires (imediatamente) antes de morreres
new dawn fades (joy division)
everyday is like sunday (morrissey)
straight to you (nick cave)
lover you should've come over (jeff buckley)
karma police (radiohead)
2.45 am (elliott smith)
time (tom waits)
raindrops (tindersticks)
there is a light that never goes out (the smiths)
hey (pixies)
por
joséreisnunes
à(s)
9:50 p.m.
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crime disseram eles
não há, por muito que se queira, justiça em cenário de guerra.
é quase irreal pensar que soldados consigam, em momentos de tensão e de medo, assegurar o cumprimento total da convenção de genebra. é irreal, disso tenho a certeza, assegurar uma morte digna a um soldado opositor. não há cavalheirismo num duelo. nenhum soldado pede desculpa a quem está do outro lado do cano antes de lhe espetar com uma bala na cabeça.
mas há gajos que ultrapassam as marcas.
o caso recente do soldado americano que, em faluja no iraque, consegue ser o espelho do estereótipo do americano stallone é degradante. um tipo jaz, quase morto, e o soldado, em frente a uma câmara (muito provavelmente isso ajudou) personifica o típico macho de voz grossa e piadinha seca no final de uma execução sumária.faz lembrar um filme sobre o vietname, em todo o seu esplendor de barbárie. 'agora já está morto'.
pudera.
não sou um pacifista. acredito que a guerra é, por vezes, a melhor solução.
não sou anti-americano. sou anti-governo-americano.
não sou nenhum michael moore, não fui a correr para o fahreneit nem para o bowling for columbine.
mas isto é o fim do mito justiceiro dos states.
[How can] I believe in America [?]
por
joséreisnunes
à(s)
3:17 p.m.
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maqu(ê?)
acho que esta é uma dúvida de qualquer estudante de arquitectura.
maquete ou maqueta?
curioso que quem tem certezas rapidamente as desfaz quando confrontado. qual é, afinal, o termo correcto?
o dicionário da língua portuguesa da academia das ciências de lisboa (Verbo), desfaz-nos a questão. em 'maqueta' reverte para 'maquete' e em 'maquete' põe uma vírgula e junta-lhe 'maqueta'.
ambas as designações são, portanto, correctas.
kapow!
por
joséreisnunes
à(s)
3:12 p.m.
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16 novembro 2004
ainda a propósito
e para não perder o ritmo, toma lá
i was dressed for success
but success it never comes
and i'm the only one who laughs
at your jokes when they are so bad
and your jokes are always bad
but they're not as bad as this
come join us in a prayer
we'll be waiting waiting where
everything's ending here
(Pavement, HERE)
por
joséreisnunes
à(s)
3:45 p.m.
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tenha vergonha
há gente na política portuguesa que devia ter alguém constantemente atrás da orelha a mandá-la calar. os políticos da direita portuguesa são, por vezes, piores que os republicanos. a coligação (reparem no nome pomposo pela qual já é conhecida), à semelhança da coalition unilateral que são os EUA nas ofensivas extra-muros, devia ter vergonha.
já não bastava andarem há mais de dois anos a pisar em falso dia após dia, de contradição em desmentido, conseguem continuar agarrados a um poder que não lhes é legítimo mesmo depois da guerra vergonhosa de palavras que foi o último congresso do PPD.
enquanto se gladiam mutuamente, construindo intrigas para abono próprio, reúnem-se no final do dia para brincar às governações e aos países, perpetrando mentiras e fazendo do "povo português", imortalizado repetidamente pelo dr.santana lopes, senão parvo, pelo menos estúpido.
os EUA, pelo lado que lhes toca, enterraram-se mais uma vez na lama que criaram. eleger uma vez o sr.bush é um erro que se acaba por perdoar. escolhê-lo duas vezes é meter palas nos olhos, aceitar um radicalismo extremo nas relações internacionais e ajudar na tarefa cada vez menos difícil de fraturação do mundo em três áreas sujeitas a constantes fricções.
valha-nos, ao menos, pensar que um dia vão ter vergonha na cara.
por
joséreisnunes
à(s)
3:14 p.m.
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15 novembro 2004
Lobo Antunes
quando morava em Benfica, na Avenida do Uruguai, o Lobo Antunes parava de quando em quando à minha porta. parece que tem uns amigos e parte da infância naquelas bandas. ainda hoje escreve muitas vezes sobre a Gomes Pereira ou a vida nas travessas da zona da Igreja.
gosto de ler as coisas que o homem tem para contar.
o esplendor de Portugal é dos melhores livros que já tive paciência de acabar.
agora tenho um livro de crónicas à cabeceira.
todos os dias uma nova estória, como esta
...e não percebo o motivo que o levou a puxar do revólver e a dar-me dois tiros no peito.
preocupa-me sobretudo a Ana ficar sozinha com as crianças por ter o marido na prisão. Preocupa-me também não poder visitá-la por estar aqui no hospital, ligaod à máquina, sem conseguir levantar-me. É pouco provável que torne a vê-la: o médico acedeu em esperar que a minha irmã mais nova chegue do Fundão para se despedir de mim, antes de desligar o aparelho.
(a minha morte)
por
joséreisnunes
à(s)
10:06 p.m.
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carta aberta
a melhor prenda que nunca me deram foi um álbum do jeff buckley.
por isso hoje, quando quero oferecer uma prenda a alguém olho sempre para o escaparate do J na prateleira elitista do indie/rock alternativo da fnac.
o jeff buckley é a melhor prenda que se pode por a correr na aparelhagem.
especialmente em dias como hoje, em que nada daquilo que queres fazer funciona: ainda não tens os enunciados que precisas online, o número de série do programa que queres activar não funciona, o programa que queres tirar não abre, as notícias são demasiado longas para te dares ao trabalho de as ler.
a melhor prenda que me podiam dar era o grace do jeff buckley, que faz agora dez anos foi lançado. não tenho muito para acrescentar a tudo o que já lhe escreveram em cima, dos lados, por todo o lado.
não tenho mais rótulos, esgotaram-se na prateleira da fnac.
por
joséreisnunes
à(s)
7:20 p.m.
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14 novembro 2004
Ceremony
não é que isto seja propriamente um acto cerimonioso...
mas um blog que nasce é sempre um momento irrepetível.
e a ceremony é dos melhores momentos de sempre.
tem tudo a ver, portanto.
o no more loud music morreu a 15 de Março. o formato esgotou-se nele próprio.
esta nova ordem, que ainda não sei muito bem o que vai ser, não há-de durar muito mais que os 2 meses do outro, espero eu.
um novo livro em aberto.
por
joséreisnunes
à(s)
3:23 p.m.
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