13 setembro 2005

hinos para os desesperados, o demis roussos na vh1 e os êxitos dos anos 80 a tocar num café

na música, só as estórias cantadas fazem sentido.
tudo o resto, todas as tentativas mais ou menos new age, mais ou menos jazz, mais ou menos electrónicas ou psicadélicas, são derivações melhor ou pior conseguidas, meros exercícios práticos sem sabor.
música sem história (por mais banal que seja) não nos pode servir. música que nos serve parte do rock.
sempre com princípio e fim.
uma elegia da música rock compreende décadas de autores fantásticos. de dylan a malkmus. de curtis a whitmore.
não há cá espaço para os coldplay, no entanto.

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