
havia de chegar o dia em que eu tinha de escrever sobre este disco.
corria o ano de 1977 quando é oferecido ao mundo o álbum modelo de toda a música moderna.
do nada, ou melhor, das ruas cinzentas do pós punk londrino dos sex pistols e dos the clash, com raiva e com angústia, quatro tipos tão cinzentos como elas Criam uma nova ordem de pensamento musicado.
o santo graal da música de hoje continua a ser este unknowm pleasures.
nele, com ele, vêm as melhores músicas já feitas, os momentos mais catárticos, mais apaixonantes, mais cáusticos, mais tudo.
se o propósito último da arte é a auto-identificação com momentos, a expressão manuseada do pensamento, unknowm pleasures é único. e não é só a questão de tudo fazer sentido. é a inauguração de um novo caminho, de uma nova maneira de fazer, de uma nova linhagem de apropriação de um determinado estado de intensidade, autencidade, ansiedade.
unknown pleasures é hipnótico. visceral. irreflectido.
no fundo, perfeito.
10/10
26 outubro 2005
unknown pleasures, joy division
por
joséreisnunes
à(s)
10:19 p.m.
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1 comentário:
Adoro este álbum!
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