uma pessoa lê, com atenção e na língua original [porque salvem.nos dos jornalistas tradutores], as peças de oratória extraordinárias do obama, sobretudo aquele discurso no new hampshire, o do yes we can, que é um pouco mais do que a catch phrase que todos conhecem, e depois passa os olhos pelos escarros de retórica linear escritos pelo vasco graça moura e que o diário de notícias teima, a espaços, em publicar
21 janeiro 2009
05 novembro 2008
barack
passam 15 minutos das 3 da manhã e começaram a desvanecer.se as dúvidas sobre a eleição de obama. os democratas viraram pelo menos 3 estados republicanos (ohio, iowa e new mexico), e, mesmo perdendo o indiana, a vitória já não deve escapar ao primeiro afro-americano a tomar a si as rédeas do país. se, lá por fora, muitos começam a levar as mãos à cabeça, cá por portugal ainda se dorme. o pequeno almoço, porém, vai ser amargo para muito boa gente (não é guillul?). para o pacheco pereira, por exemplo, a azia já se vê.
e em directo.
eu, no que me toca, vou dormir descansado.
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joséreisnunes
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3:13 da manhã
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03 novembro 2008
america is not the world/yes we can!
but where the president is never black, female or gay
and until that day
you've got nothing to say to me
to help me believe.
(morrissey)
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joséreisnunes
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10:09 da tarde
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29 outubro 2008
o plano paulson
cheguei ontem à conclusão que o fight club foi escrito unicamente a pensar na crise financeira de 2008. e não há modo de contornar que o colapso - físico neste caso - das instituições de cartões de crédito que se vê no final é, de forma romanceada, o que nos está para acontecer.
é por isso que não me custa nada imaginar o obama na vez do tyler, a estender a mão ao john mccain na pele da marla, com a música dos pixies a fazer de fundo às torres em chamas, enquanto lhe sussurra: you've met me in a very strange time of my life...
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joséreisnunes
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5:40 da tarde
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03 outubro 2008
chama imensa
toda a gente parece ter alguma coisa a dizer sobre sarah palin.
por isso também quero dar um contributo.
mesmo que seja difícil perceber porque raio é que em portugal há interesse por umas eleições em que não temos nada a decidir, a verdade é que é condição nacional meter o bedelho e assumir estas questões como se fossem as nossas. depois da decisão de mccain de convidar a governadora, a imprensa tentou, em vão, transformar a candidata republicana num assunto. cá em marrocos abraçou.se a audácia, e, na blogoesfera, sucederam.se as reacções, sobretudo de uma conhecida ala conservadora que tem dado cartas na definição dos grandes temas de discussão online dos últimos anos.
findou.se a chama, fez.se o debate - muito simpático por sinal - e no que é que isto deu?
em rigorosamente nada.
porque a verdade é que o provincianismo da senhora diluiu o efeito potencial do design dos óculos, que nem são assim tão giros.
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joséreisnunes
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4:28 da tarde
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