e há-de ser enquanto se perder o santo tempo de cada dia a descorrer observações e interrogações pseudo filosóficas cheias de inconsistências várias e diferentes só por ser porreiro especular acerca da forma do universo e das consequências que determinada sensação tem em quem percorre o espaço, esvaziadas de sentido de oportunidade e de importância para quem só quer aprender uma profissão, e não tem pachorra para ouvir merdas que não cabem ao diabo aturar.
e enquanto isto, passamos metade da nossa vida diária com vómitos e com um arrepio nas entranhas porque se perde demasiado tempo a conjecturar, a analogar, a metaforizar, e esquecem-se as PESSOAS e a REALIDADE e aquilo que interfere com as nossas vidas: a função das coisas, a melhoria da vida, a simplificação das situações, o agrado.
e enquanto isto não for enterrado nas cabeças dos psicólogos-filósofos-pensadores-violadores do meu direito de não os ouvir, a aprendizagem não tem sentido, e vamos continuar a estar sempre uns anos atrás das argentinas que no ano passado nos deram uma lição (eu arrisco-me a chamar-lhe um baile) de profissionalismo.
07 dezembro 2004
o infinito é um cubo
por
joséreisnunes
à(s)
3:36 p.m.
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